[Artigo] – O que corrida e o mundo empresarial tem haver?

Desde que comecei a correr, há exatos 3 anos atrás, tem uma pergunta que não sai da minha mente e, especialmente hoje, 14 de outubro de 2017, ela ficou ainda mais latente. Então, pensei: sim, hoje é o dia de responde-la, embora eu já tivesse esta resposta anteriormente. Mas sabe, você deixa para lá e não para pra escrever.

Mas antes, vamos a narrativa: 14 de outubro, 5h da manhã e eu já estou em pé preparando o meu café da manhã e organizando os últimos detalhes para 6:30 da manhã partir para o que seria um dos maiores desafios até então: correr  mais de 60km entre praias, dunas, estradões enlameados, trilhas escorregadias, subidas e descidas, revezando com um parceiro de equipe. Quando digo últimos detalhes é porque os demais já vinham sendo organizados dias antes.

Tudo bem, este é apenas o background de uma história que começou a ser escrita muitos meses antes com intensa preparação física e mental. Treinos e mais treinos pelos trechos por onde passaríamos no dia de hoje. OK, então você deve estar se perguntando: mas para quê tudo isso então? Qual o propósito disso? Parece dolorido, cansativo. Quanto planejamento.

Não, não é nada disso. E prazeroso, é desafiador, libera endorfina, te faz querer mais, te faz querer ir além, te renova, te coloca para cima, te mostra que você é capaz de fazer o que deseja fazer, te motiva. E isso tudo só depende de você, das tuas lutas, da tua disciplina, da tua constância de propósitos.

Certo, mas o que isso tem haver com a dúvida que paira minha mente desde setembro de 2014? Tem tudo haver, pois desde então eu me pergunto porque todos estes sentimentos não existem hoje nos funcionários da maior parte de nossas empresas? Porque temos cada vez mais trabalhadores se afastando por doenças psicossociais, como por exemplo, a depressão, a síndrome do pânico associado ao ter que ir trabalhar todos os dias? Por que nossas organizações não são capazes de liberar endorfina em seus trabalhadores?

Eu respondo: porque a grande maioria das organizações, infelizmente, está cheia de maus lideres, de processos burocráticos que não geram motivação alguma, de metas inalcançáveis que somente geram sentimento de derrota nos trabalhadores. Porque a grande maioria das organizações não é capaz de dar a liberdade da criação, afinal, os projetos em sua maior parte são para agradar um ou outro sócio.  Porque nem os líderes não capazes de gerar propósito.

Mas, voltando a prova de hoje, eu e meu parceiro só tínhamos uma coisa me mente: dar o nosso melhor. E este é um sentimento genuíno, verdadeiro que nos faz querer ir além dos nossos limites.

E as equipes nas empresas, querem dar o seu melhor? Ah, não querem porque não são comprometidas, diriam os líderes, que em sua grande maioria entender comprometimento como trabalhar horas além da jornada de trabalho. Mas espera aí? Para estar comprometido com algo, primeiro é necessário que você acredite neste algo, que este algo gere um sentimento recompensador. A corrida gera. E as nossas empresas estão sendo capazes de gerar isso nos seus colaboradores?  Não, definitivamente não.

Então caros líderes das nossas companhias, esqueçam o cargo que está descrito em seus cartões de visita, busquem aprender com o esporte, assistam á uma prova de corrida, prestem atenção ao clima que um evento destes tem e levem isso para suas empresas.

Mas cuidado: endorfina é contagioso e quanto mais você liberar, mais você vai querer. Então cuidado, afinal um funcionário endorfinado vai ser muito comprometido, gerará grandes resultados, enormes picos de satisfação, de grande autoestima, com muita vontade de fazer a diferença, raramente ficará dente e estará com “sangue nos olhos” para fazer acontecer, assim como, os corredores.  

Franciela Santin é corredora.

Fran na Maratona de Boston!

[Artigo] – A aventura está lá fora

“A aventura está lá fora”. A frase que alimentou os sonhos de Carl Fredricksen no filme UP – Altas Aventuras realmente é verdadeira. E é em busca de novos locais para treinar que esta semana nos aventuramos na cidade de Torres (RS).

Tudo começou quando estávamos assistindo o programa que é exibido na Globosat, chamado Brasil Visto de Cima. O episódio estava exibindo belas imagens de Torres e algo nos chamou atenção: uma pista de corrida encravada num morro. Pronto, realmente a aventura estava lá fora e era para Torres que iríamos.

O fato de estarmos em férias facilitou nossa rápida decisão e a viagem. Saímos de Florianópolis no dia 22/06 por volta de 7h da manhã e perto das 11h já estávamos em Torres. Ao chegarmos fomos diretamente para a praia central matar um pouco de tempo até a hora do almoço. Ali pudemos observar um belo calçadão com pessoas correndo e ciclistas se utilizando da ciclovia que fica ao lado da calçada. Realmente um bom local para treinar tendo como plano de fundo as ondas do mar.

Da Beira Mar ainda era possível observar dois morros, o do Farol e o do Parque da Guarita, locais que viemos a conhecer mais tarde. Bom, após o almoço nos hospedamos no Guarita Park Hotel. O local foi escolhido porque fica encostado do Parque, local onde vimos a pista de corrida no Programa Brasil visto de Cima.

Por volta de 13h seguimos rumo ao Parque. Para entrar de carro é necessário pagar uma taxa de turismo de R$ 8,00. Valor que vale muito a pena, afinal, o Parque é muito bem cuidado, limpo e cheio de atrações. O Parque Estadual da Guarita foi criado em 1971 por meio do empenho de vários ambientalistas locais buscando proteger este cenário geológico de grande valor ambiental e paisagístico.

cópia de Parque
Foto: Internet

O Parque conta com praias, trilhas e uma maravilhosa pista de corrida, nosso motivo principal para termos feito a viagem. Neste dia, em nossa planilha de treino constava Fartlek 7km e foi o que fizemos na pista. Mas antes disso, caminhamos pela praia, subimos umas escadas que dão acesso ao Morro das Furnas, por ali seguimos uma trilha muito bem sinalizada de cerca de 1km, chegando até a pista de corrida onde o treino ocorreu.

Após o treino, seguimos de carro via Beiramar até os Molhes, local onde o Rio Mampituba separa as cidades de Torres (RS) e Passo de Torres (SC). Para completar o passeio, seguimos até a Ponte Pênsil que liga as duas cidades.

No dia seguinte, já em vias de retornar para Florianópolis, passamos em frente a mais antiga igreja de Torres e também pudemos fotografar a primeira casa da cidade. Todos os pontos onde fomos, foram mostrados no Programa Brasil Visto de Cima. Fizemos o nosso Brasil Visto de Baixo, literalmente.

Bom, esta foi nossa viagem para a cidade de Torres (RS). Realmente um local que vale a pena visitar, passear e principalmente correr. E nossa busca por novos locais para treinar continua, afinal, a aventura está realmente lá fora.

por Franciela Santin, corredora.

 

Maratona de Porto Alegre!

Bom! Chegou a hora de agradecer!

Maratona de Porto Alegre feita num excelente tempo, sem dores, sem lesão, suplementação nota 10!

Nesta vida não somos nada sozinhos! 3 grandes profissionais são responsáveis por isso: o mestre dos mestres Fabiano Braun! O cara que entende tudo de corrida, que planeja nossos treinos, que nos orienta! Que nos incentiva! A professora de funcional Maria Luiza Oliveira! Sem o fortalecimento muscular adequado, não seria possível aguentar mais de 42km sem dores, sem ter sofrido nenhuma lesão apesar dos intensos treinos e de hoje! E o que dizer da nossa nutricionista Amanda Miranda?

Sempre preocupada com nossa alimentação, mesmo em licença maternidade este junto conosco, organizando nossa suplementação dos treinos e da Maratona! Caraca. No asfalto era eu correndo, mas o resultado que obtive, tem muito do conhecimento, profissionalismo e intervenção de vocês!!

O resultado do que fazemos nos espera mais adiante

Bom, pelo isso é o que eu e o Gelsom esperamos que aconteça no próximo domingo na capital gaúcha. Nossa decisão de fazer uma Maratona em 2017 foi tomada ainda no ano anterior, mas foi a partir de janeiro deste ano que o negócio começou a tomar forma.

IMG_1682Muitas pessoas que nos conhecem nos perguntam o que é necessário para fazer uma Maratona. Bom, vamos deixar esta resposta para o parágrafo final, pois as próximas linhas devem dar uma boa pista do que é necessário para estar pronto para encarar 42km195m.

Bom, vamos aos números. Considerando que nosso treinamento para este desafio começou em janeiro deste ano, de lá para cá corremos 823km, o que corresponde a 83 treinos de corrida e cerca de 70 horas de atividade. Fora isso, foram mais 42 horas de fortalecimento muscular em aulas de funcional.

Somando-se a todas estas horas de atividade física, temos ainda todo o cuidado com a alimentação e o uso adequado de suplementação alimentar, prescritos pela nutricionista. Bom, mas ainda assim, foi necessário, clinicamente, comprovar se todo o esforço estava resultando em boa saúde. Então, soma-se a realização de mais de 20 tipos de exames clínicos e específicos para o esporte.

Ah, como pude esquecer, põe ainda nesta conta do treinamento para a Maratona, acordar muito muito cedo inúmeros finais de semana para fazer os longoes, treinar em cidades sem estrutura alguma, pois inúmeras viagens a trabalho estiveram no meio desta jornada, trabalhar 8 horas no dia, sair do trabalho e mesmo cansados fazer treinos intervalados. Muitas vezes, fazer funcional e corrida no mesmo dia para recuperar as aulas perdidas durante as viagens.

Enfim, se isso tudo lhe parece loucura, saiba que você está redondamente enganado. Fizemos isso tudo, primeiro porque amamos correr, segundo, porque desafiar a nós mesmos é o melhor que podemos fazer para evoluir sempre e porque acreditamos que o resultado do que fazemos nos espera mais adiante.

Bom, creio que a resposta para a pergunta do segundo parágrafo está finalmente respondida e a resposta é simples, porém não simplória: treinar, treinar e treinar muito meu amigo. Treinar não somente o corpo, mas também a mente.

Artigo: A vida começa no fim da sua zona de conforto

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Estudo recente realizado pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD), em parceria com o Ministério do Esporte, informa que em 2015 123 milhões de pessoas não praticaram algum tipo de esporte. Destas, 38,2% alegaram falta de tempo e 35% disseram não gostar ou não querer.

Neste sentido, vou tratar apenas dos 38,2% que alegaram falta de tempo o motivo principal para não praticar atividade física. Porém, antes que algum leitor se sinta melindrado com minha posição, devo alertá-lo que eu já estive neste grupo e me utilizei do mesmo argumento por 14 anos. Ou seja, eu tenho experiência anterior para falar sobre o assunto.

Então vamos aos fatos. Afirmar que o motivo principal para não praticar atividade física é a falta de tempo, é auto sabotagem. A verdade é que o ser humano em geral não gosta de sair da sua zona de conforto, gerando uma série de comportamentos adotados por costume. Encontra-se na zona de conforto quem está perfeitamente acomodado à sua rotina, quem não se arrisca e aceita as coisas como elas estão.

A fronteira da zona de conforto representa uma barreira psicológica que nos impede de encarar desafios e melhorar a nossa qualidade de vida. Esse é o ponto. Não a falta de tempo, afinal, eu realizei meu processo de mudança no estilo de vida há 2 anos e meio, justamente no período em que profissionalmente, eu mais estive ocupada tendo vista estar num cargo de liderança.

Iniciar um processo de mudança do estilo de vida (incluindo alimentação e atividade física) não é fácil nos primeiros dias, não é confortável no primeiro mês, afinal, ficar em casa comendo na frente da TV parece ser mais interessante, ou até mesmo alongar sua jornada de trabalho (às vezes sem necessidade), também parece mais atrativo num primeiro momento. Mas até quando isso dará certo? Até quando a saúde vai aguentar? Até quando as pessoas elegerão outras prioridades que não a sua saúde?

Se você realmente quer fazer atividade física, faz de madrugada, faz em qualquer horário. Hoje existem muitas opções, inclusive academias e estúdios que funcionam até de madrugada. Outro exemplo é a corrida ou a caminhada que se pode praticar em qualquer horário e em qualquer lugar, basta calçar um par de tênis.  

Enfim, o mais célebre cientista do século XX, o físico Albert Eintein disse: “Há uma força motriz mais poderosa que o vapor, a eletricidade e a energia atômica: a vontade”. Ou seja, não existe falta de tempo, existe é falta de interesse.

Por Franciela Santin, corredora.

Artigo: Não espere que seja pela dor, você pode fazer com que seja pelo amor!

Querido leitores. A velha máxima “se não aprende pelo amor, que seja pela dor”, apesar de antiga e rígida, ela vale para qualquer instância de nossa vida! Mas não precisa ser assim não! Se trabalharmos na prevenção, sempre será pelo amor! Hoje quero falar com vocês sobre a importância de cuidarmos de nossa saúde, agindo de forma preventiva, deixando nossa imunidade tinindo, tendo qualidade de vida e bem-estar.

Como sabem, eu o Gelsom mudamos nosso estilo de vida há dois e meio. O Gelsom já perdeu quase 40 quilos, tá muito mais feliz, saudável e se preparando para sua primeira Maratona. Eu nunca tive problema com o ganho de peso, mas era uma “falsa magra”, exames ruins e estava sempre com dor aqui, dor ali, gripe mesmo eu pegava umas 3 por ano e que não curavam nunca. Hoje? Hoje eu estou em perfeitas condições de saúde. Se me machuco, cura loguinho. Estou muito feliz com meu corpo. E a minha mente, nossa, está mais ativa e com foco positivo do que nunca.

Não precisamos esperar ter um AVC para daí perceber que devemos mudar nossos hábitos. Isso é agir pela dor. Adote um estilo de vida saudável, cuidando de sua alimentação e praticando atividade física. Isso é pelo amor! E posso te garantir que o dia em que for necessário seu organismo responder a uma situação extrema, ele estará preparado e enfrentará muito bem.

Leitores, é necessário que cada um “tome as rédeas de sua saúde”. A saúde depende, antes de tudo, de nosso auto cuidado (hábitos saudáveis). Não espere! Lamento te informar, mas ninguém tá nem aí e não cuidará de sua saúde. Isso só depende de você. Então, bora lá!!!!

Artigo: Sobre estar com a imunidade alta

Queridos leitores,

Ontem eu publiquei um artigo sobre o tombo homérico que sofri no sábado enquanto fazia meu treino longo de final de semana. Como sabem, tive diversos ferimentos no rosto, ombro e joelhos. Bom, ao acordar na manhã deste domingo, tive a certeza que estou no caminho certo, que toda esta mudança no estilo de vida iniciada há 2 anos e meio atrás é realmente o que me levou para uma vida saudável, plena e feliz.

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Tubo bem, mas o que isso tem haver com o tombo de ontem? Voltemos aos fatos: o tombo ocorreu no sábado de manhã e ao acordar neste domingo, meus ferimentos já estavam com a tal “casquinha”, com um aspecto muito bom e o inchaço no rosto já tinha desaparecido e, psicologicamente falando, eu estava muito muito bem. Sabe o que é isso meus amigos? A boa imunidade. Quando se está com a imunidade boa, teu corpo responde rapidamente aos estímulos, neste caso, ao antisséptico que passei.

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A ciência explica: A imunidade é a defesa que o nosso corpo possui contra doenças e infecções. O nosso sistema imune é o responsável por fazer essa barreira protetora contra possíveis substâncias ou microrganismos nocivos para a nossa saúde. E hábitos saudáveis incorporados ao estilo de vida fortalecem nossas defesas. É sabido que uma alimentação balanceada, a prática regular de exercícios físicos e o bem-estar emocional são fatores determinantes para um estado de saúde equilibrado.

Por isso meus amigos, cuidem de sua saúde, cuidem de sua imunidade, pois hora ou outra você vai precisar dela e aí, não tem “jeitinho brasileiro” não, ou você está ou não está com a imunidade alta.

Artigo: Sobre cair e levantar

Este pequeno texto não é sobre ser melhor ou pior que o outro. E apenas sobre cair e levantar! E sobre racionalizar uma determinada situação. E sobre seguir em frente apesar do que acabou de acontecer.

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Na manhã deste sábado, quando estava por volta do terceiro dos dezesseis quilômetros que eu tinha para fazer, eu tropecei e cai. Cai feio, daqueles tombos homéricos, que mereciam ser filmados e divulgados na categoria “não tente fazer isso em casa”.

Eu fui de joelhos, ombros e rosto ao chão. A esta hora você deve estar se perguntando como isso é possível? Não sei, só sei que aconteceu comigo. No mesmo momento senti meu rosto, boca e joelhos incharem e o sangue escorrer. Mais tarde fui descobrir que meu ombro direito estava todo ralado também, além de outros machucados nas mãos.

Bom, mas vamos aos fatos racionais. Qualquer um sabe que iria doer, doer muito, afinal, as fotos estão aí para comprovar o tamanho do estrago. Então nos segundos posteriores que sucederam ao fato, eu tinha apenas duas escolhas: deixava o treino para lá, afinal, faltam mais 13km e ficava ali sentindo pena de mim mesma com muita dor, ou levantava e seguia em frente, concluía o treino e deixava para sentir a dor depois, afinal, ela seria inevitável. Mas desistir ou seguir era uma escolha minha.

Tá aí, isso é racionalizar uma situação. Levantei e segui em frente, óbvio, afinal, estou me preparando para minha primeira maratona e não é tombo que vai me derrubar. Fora o fato das pessoas ficarem me olhando como seu eu parecesse um ET (depois entendi que era porque tinha bastante sangue meu rosto), o restante do treino transcorreu muito bem. Concluí os 16kms, com a adrenalina a mil, algo que somente o esporte é capaz de te proporcionar.

Então, por causa disso eu sou melhor do que qualquer outra pessoa? Não, em hipótese alguma. Tantas outras já devem ter enfrentado situação igual ou pior a esta. O importante meus amigos, é racionalizar, perseguir com “unhas e dentes” suas metas, nunca perder o foco e, se cair, levantar, levantar mais forte do que a situação que te fez cair.

Nossa história! Nós e a Chama Olímpica

Confira no link abaixo reportagem especial que conta nossa história, bem como, nossa emoção de sermos condutores da Tocha Olímpica.

http://agenciaal.alesc.sc.gov.br/index.php/especiais/reportagens/casal-fortalece-uniaeo-ao-adotar-estilo-de-vida-saudavel-baseado-em-reeduca