Respeite, mas nunca se renda a ela.

Alegria está em fazer aquilo se ama

Um dos primeiros ensinamentos que eu tive com a minha preparadora física Simone Herdina foi de que “na academia é você quem domina o equipamento e não ele quem domina você”. E este conceito é completamente aplicável as distâncias de uma ultramaratona. Explico melhor. ⠀

Uma ultramaratona é qualquer corrida a pé com distância superior à da maratona, 42.195m, que via de regra ocorre em terrenos acidentados, estradões, costões de pedras e florestas, com altimetrias positivas consideráveis. Ou seja, longas distâncias e situações adversas ao padrão são características básicas de uma ultra.

E todo o ultramaratonista sabe que deve respeitar a distância para a prova ao qual se inscreveu, afinal, respeito significa estima, consideração, porém, nunca deve se render á ela, ou seja, nunca deve superestimar a distância, pois ao fazê-lo, atribuímos a ela qualidades ou características acima das reais. ⠀
Volto ao ensinamento citado, pois se na academia somos nós quem devemos dominar o equipamento e não o contrário, na ultra, somos nós quem devemos dominar a distância e não o contrário.

Analisemos o seguinte: quem está treinando para vencer a distância é você e não o contrário, certo? A distância está lá, paradinha e em momento algum mudará seu status, já você está treinando, se dedicando, estudando a prova. Então, quem tem maiores chances de vencer?

Respeitar sim, treinar sim, se dedicar sim, estudar a prova sim, preparar-se de todas as formas possíveis sim, superestimar e render-se a distância, não.

Somos TO2, respiramos trilha.

#trail#treino#foco#longasdistancias#ultramaratona#ultra#corrida#trailrunning#trail#trilha#mental#determinacao

[Artigo] – Um ano novo pela frente

captura de tela 2019-01-04 às 23.30.36E 2018 acabou. O ano foi peculiar para se dizer o mínimo. O ano teve de tudo, desde copa do mundo até uma eleição surpreendente. A minha vida também foi marcada por mudanças. Depois de quase dez anos mudei de emprego e segui com a minha vida, porém tenho que admitir que deixei as corridas em segundo plano. Já a Franciela abandonou de vez o asfalto e encontrou a alegria como ultramaratonista em trail running.

Mas como a Fran sempre diz: “O passado ficou para trás. E se a gente ficar se lamentando o tempo vai acabar passando”. Todos nós passamos por obstáculos. E essa dificuldade é o que deve nos inspirar. A vida cada vez mais parece uma corrida: a cada momento encontramos uma curva, um caminho solitário ou mesmo uma dificuldade. Porém são as decisões individuais que tomamos que vão tornar esse caminho mais fácil ou mais difícil.

Cada vez mais que olho o que vem pela frente entendo que devemos buscar a força não para dar um sprint como num treino de tiro e sim manter a velocidade constante de uma maratona. De acreditar em si mesmo para não ter medo de correr em uma subida íngreme ou mesmo se desafiar a correr em um lugar totalmente novo.

A vida, como a corrida, é a soma das decisões que tomamos. E cada vez mais entendo que negligenciar alguns aspectos em comparação com outros é o nosso maior pecado. As vezes estamos tão perto de uma situação que não conseguimos ver o grande quadro e focamos apenas em uma pequena parte de um todo.

O começo do ano é tradicionalmente marcado por decisões e a tentativa de mudança de estilo de vida. Sim, é um clichê que todos os anos vemos pessoas tentando mudar a alimentação ou mesmo começar uma atividade física. Porém eu tenho que fazer um compromisso comigo mesmo. Tenho que resgatar um dos aspectos que ajudou muito nos anos passados.

Não sei ainda o caminho a seguir, porém sei que a atividade física é um dos pilares que pode e vai me ajudar. E espero chegar em 31 de dezembro com realizações e metas atingidas para compartilhar. Então: boa sorte e muitos kms pela frente!

[Artigo] De fora olhando para dentro

Ou como a alegria da corrida deve contagiar a nossa vida.

Em meu artigo anterior eu falava da expectativa que eu tinha para ver como a Fran Santin iria se comportar em sua primeira ultramaratona de trilha de corrida. Mas olhando de fora da prova eu vi muito mais que a superação dela e mais um troféu para eu colocar na prateleira que ainda irei fazer aqui em casa (nota mental: o trabalho do marido de uma corredora nunca acaba).

Eu vi uma coisa que o dinheiro não compra. Eu vi em dois personagens, que vou apresentar em seguida, um brilho nos olhos que me fez questionar alguns conceitos e dar valor a um sentimento muitas vezes negligenciado pela maioria das pessoas. A alegria de ter vencido suas limitações e atingido um objetivo.

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Lugar comum: a Fran corre está sempre sorrindo

Primeiro eu quero contar uma coisa para vocês. Eu fui acordado as 3 da manhã para viajar para acompanhar a Fran na prova, que iria começar as sete da matina. Mas para o acompanhante não é apenas a viagem e sim aguardar o tempo da prova. A Fran fez os seus 45 km de trilha em sete horas e quinze minutos, conquistando mais um podium como a segunda corredora a terminar o desafio. A meta e o resultado dela concluíram com a chave de ouro meu texto anterior e a expectativa que ela tinha para se tornar ultramataronista.

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Sábado de madrugada e eu estava lá.

Porém, nessas mais de sete horas eu pude observar o ambiente da prova. Diferente de uma prova de corrida de rua em Florianópolis, a prova correu com o apoio da maioria da população de Garopaba. Como a prova foi de trail run (trilha) a cidade não teve muito impacto no trânsito mas foi muito bom ver as pessoas apoiando os atletas e aguardando os corredores na linha de chegada, pelas ruas e na praia. Eu mesmo tive um momento de fã enquanto caminhava pela praia pude acompanhar os últimos metros da corrida do amigo Fernando de Andrade Zimmer.

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Vai garoto, tu merece!

A foto não nega a alegria dele ao ser o primeiro da nossa assessoria a terminar a corrida. Só posso dizer que a conquista dele foi concluir uma prova de 25 km com aquele sorriso no rosto. E ainda no domingo ele fez mais 10,5 km e conquistou um troféu no desafio da baleia franca. O que falar disso? Parabéns amigo, tu merece.

Mas a cereja do bolo foi a chegada da minha amiga Ligia Gastaldi. Ela completou os 25 km e a Fran acompanhou ela nos últimos metros e eu pude documentar o momento em que elas estavam juntas correndo lado ao lado. Eu me vi naquele momento. A superação da Ligia é algo que deveria servir de exemplo para todos. E serve como uma lição… nunca é tarde para começar.

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Literalmente: corre mais quem corre junto!

E mesmo que você não chegue entre os primeiros o objetivo da corrida é terminar e não apenas ganhar.

São essas pequenas vitórias que devemos valorizar. A vida, na maioria das vezes, é dura. Mas alcançar um objetivo é algo que merece todas as comemorações possíveis.

[Artigo] Motivação: Correr para viver ou viver para correr?

Na maioria das vezes que eu escrevo um texto tento passar um pouco da minha experiência para quem se dispõe a ler o texto. Mas dessa vez eu escrevo também para mim. Esse texto tem um objetivo bem simples: resumir um pouco de minha experiência e compartilhar um objetivo para os próximos meses.

No último sábado, dia 05/05, eu tive a oportunidade de contar a minha história no programa Globo Esporte de Santa Catarina. O quadro, chamado Xô Preguiça, retrata a vida de pessoas que venceram o sedentarismo com exercício, atividade física e mudança no estilo de vida. Tenho que fazer em primeiro momento um agradecimento para o mestre Fabiano Braun, minha nutricionista Amanda Miranda, para o apresentador Alisson Francisco, para o repórter Marcelo Siqueira e ao cinegrafista Márcio Dantas. No final do texto eu deixo uma cópia do link da matéria completa para quem não conseguiu assistir.

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Foto dos bastidores da gravação do Globoesporte/SC

Falar sobre o que eu consegui nestes mais de três anos é algo muito complicado. Apesar de ter sido uma matéria alegre e conduzida de uma forma perfeita, o tempo não foi justo para contar detalhes sobre alguns pontos que vou relatar aqui. A mudança do sedentário de 120 kg para o maratonista que já correu mais de 48 provas é uma história que caberia em um livro (nota mental: e por quê não?). Mas o que eu quero falar não é a corrida em si. Mas o primeiro passo que eu menciono na reportagem. O primeiro passo é ACEITAR que você precisa mudar. Passar a vida inteira no mesmo lugar é confortável. Tão confortável que a vida acaba passando em frente aos nossos olhos e a saúde acaba indo junto com os dias desperdiçados.

Os primeiros dias de exercício foram fáceis. Começar a correr não é complicado. Correr é colocar um pé em frente ao outro para atingir um objetivo. O que é complicado foi manter a rotina. Correr em dias com vento, com chuva, com risadas abafadas de pessoas que vêem uma pessoa claramente acima do peso tentando começar uma atividade física. Isso sim é um desafio. Acordar dia após dia e continuar com a atividade mesmo sentindo dores. Mas a beleza do exercício está na resilência de continuar. Quando se vence a dificuldade, quando a vergonha acaba e quando a corrida vira uma necessidade é o sinal que estamos no caminho certo.

Com o inicio das corridas, do atendimento pela nutricionista e as primeiras provas descobri que a vida é muito mais do que simplesmente sentar em um cubículo e repetir processos. Viver é ter prazer, estar perto das pessoas que te deixam feliz e poder ter um senso de liberdade, onde você é dono de seu destino e não tem que responder para ninguém. A corrida, para mim, não é uma disputa para chegar em primeiro lugar. Na maioria das vezes é uma disputa para terminar a prova. Mas diferente da pressão do trabalho você só precisar lutar com o seu corpo e a sua mente.

A mente humana é uma caixinha de surpresas (parafraseando o poeta do futebol). Na maioria das vezes ficamos presos nas limitações criadas pelas nossas experiências prévias e não temos a coragem necessária para dar um passo a frente, preferindo ficar no mesmo lugar. A corrida, e toda a atividade física intensa, tem um poder libertador. A liberação de endorfina, alinhada com a mudança da frequência cardíaca, produz um efeito em nosso corpo mais prazeroso que qualquer comida gordurosa pode nos dar. O fato de vencer um desafio, não importando a distância, é uma mola propulsora para buscar uma rotina prazerosa e que não tem custo nenhum.

Sim, porquê a corrida é um dos esportes mais baratos que existem no mundo e depende apenas de sua vontade. Colocar o pé na frente do outro e vencer a distância planejada.

E é isso que eu espero poder contar aqui: não importa o quão difícil parece ser fazer uma atividade física COMECE agora. Nem que seja uma caminhada, um volta de bicicleta pela quadra de sua casa/apartamento, uma partida de futebol com os seus amigos. A sua saúde agradecerá.

Link para a matéria completa: http://globoesporte.globo.com/sc/videos/t/globo-esporte-sc/v/confira-a-primeira-reportagem-do-quadro-xo-preguica/6714118/

 

[Artigo] Moutain Do Praia do Rosa – Mais um troféu para a coleção. Ou como a inspiração está ao nosso redor.

É engraçado que após toda a prova de que a Franciela Santin termina eu tenho um novo trabalho. Lá vou eu de novo ter que furar a parede para colocar uma prateleira nova em casa.

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Franciela na largada da Prova. Como se não tivesse peso nenhum!

Mas agora falando sério. Estou dando um tempo nas provas de corrida, em especial ao trail run. O período sabático é uma escolha, já que não tive nenhuma lesão ou nada do tipo, mas esse artigo tem um objetivo claro: não é para falar da visão da Fran sobre essa nova conquista mas para que possa falar diretamente com você que está querendo mudar de vida e começar uma atividade física e provar que é sim possível fazer uma atividade física como a corrida sem ser algo difícil ou dolorido. E sim, quando eu digo que estou falando com você também estou falando comigo mesmo.

A corrida é um esporte maravilhoso e democrático. Apesar de existirem vários tipos de corredores, desde o corredor raiz, que se duvidar faz uma prova de 23 km usando sunga e tênis (sim, tinha mesmo na prova) até o hight tech nutella (Ferrero, me patrocina!!!) que corre com manguito, fone de ouvido sem fio e celular da hora, polaina, tênis novinho da silva. Mas percebam que entre os dois campos nenhum dos dois é superior ao outro. A corrida, principalmente nas trilhas, é um esporte democrático. Você pode até competir com os outros corredores, mas o que importa é cruzar a linha de chegada.

Nas provas de trail, como o Moutain Do do Rosa, a corrida é ainda mais abençoada pelo visual que emoldura a corrida. Quem não se sentiria feliz em correr por praias, dunas e um dos visuais mais belos do Brasil como o litoral sul de Santa Catarina, passando pela Praia do Rosa, Ouvidor, Praia Vermelha num dia ensolarado e bonito de outono (maldito aquecimento global, ehehehe)?

O que foi maravilhoso no dia de ontem, vendo de fora, foi ver o clima de felicidade e de alegria das pessoas. Como eu não competi e pude acompanhar a chegada de todas as categorias (sim, eu fiquei até a chegada do último corredor) foi perceber o quanto a corrida serve para melhorar a nossa qualidade de vida. Correr, na falta de uma expressão melhor, liberta tanto o corpo como a alma. E foi maravilho acompanhar as pessoas que estavam em sua primeira prova, seja de 5, 11 ou 22 km, competindo contra os seus próprios medos e receio de não terminar.

Mas eu não podia desviar o meu olhar da Franciela. Nem faziam 15 dias que ela teve que interromper a sua primeira Major (nota: major é o nome que se dá para as maratonas internacionais mais importantes do mundo). A Maratona e o clima de Boston foram implacáveis com ela. Tanto que no quilômetro 13 ela teve que sair da prova por hipotermia. Só que ontem ela terminou a prova sorrindo, com o punho levantado, como se dissesse: eu quero, eu posso e eu venço. Porém, ela não disse isso para ela. Ela não falou isso pela desistência da Maratona de Boston, ela disse isso para mim.

Vê-la chegando, com um sorriso no rosto e com uma passada de gazela africana correndo na savana, mesmo depois de correr mais de 20 km em trilhas, dunas e praias, me fez refletir o quanto essa atividade liberta. A corrida tem um significado muito importante na nossa vida. Eu consegui vencer a obesidade e estou em um peso que, apesar de ter subido um pouco nesse período sabático, me deixa mais saudável que a grande maioria dos brasileiros. Mas para a Fran a corrida fez muito mais. Fez ela mudar de vida.

E ontem foi um desses dia ques me fez perceber o título desse artigo… A inspiração, para mudar de vida, ser mais feliz ou estar em paz consigo mesmo está ao nosso redor. Para mim a inspiração foi ver como a pessoa que eu mais amo no mundo conseguiu, mesmo tendo sofrido e perdido a oportunidade de concluir a prova de maratona do mundo mais famosa do mundo, chegar com um um sorriso no rosto em uma prova que eu não tive a coragem nem de me inscrever.

Por isso eu digo: corram. Não importa se vai ser uma prova na neve, na areia ou mesmo uma corridinha ao redor da quadra. Não deixem a vida passar em sua frente. E se a corrida for dura, não se importe. A vida sem alegria é bem pior.

 

[Artigo] Como explicar se somente é possível sentir?

Como explicar se somente é possível sentir? Como explicar tamanha beleza composta por vistas estonteantes que chegam a até 1.400m de altura? Como explicar a sensação de estar ali se desafiando num cenário que mescla paisagem natural e 284 belas curvas, que mais imitam uma silhueta intermitente? De fato, não dá explicar. Somente é possível sentir.

 

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A Serra do Rio do Rastro

 

“Bastava olhar para sentir, o sentido aguçava a comunhão entre o homem e o que não há explicação: a natureza e o entorpecer a visão”, já escreveu alguém sobre a Serra do Rio do Rastro.  Do Centro da cidade de Lauro Muller era possível avistar muito longinquamente o seu topo. Parecia não ter fim, mas quem disse que eu gostaria que chegasse ao fim?

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Parafraseando o Mestre Fabiano Braun: “sobe mais quem sobe junto!”

Mas ele chegou após 23km correndo, sempre lindamente subindo, ao lado do grande parceiro Alexandre. Sim, o treino chegou ao fim, mas a sensação de liberdade a cada curva vencida, a cada metro em que altimetria aumentava, a cada vez que olhava para o lado e a vista me envolvia, a cada palavra de incentivo das pessoas que desciam de bike ou que subiam em carros e motos, ah, isso não chegou e nunca chegará ao fim. Certamente este dia ficará para sempre guardado em meus mais íntimos pensamentos. Não dá para explicar. Somente é possível sentir.

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Vista no alto da última curva da estrada

A Serra do Rio do Rastro é considerada a ‘Estrada Mais Espetacular do Mundo’. Ela é, desde 2012, votada como a mais espetacular do mundo em um ranking que reúne 14 estradas em diversos países. Pessoas com carros e motos se aventuram a subir a serra. Mas como entender cada uma de suas curvas, a natureza que a cerca, a maciez do vento que em seu rosto bate, se não fosse subindo-a correndo?

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Missão cumprida!!!

Lhes garanto, lá, você se sente no topo do mundo. Subi-la correndo faz com que você tenha cada vez mais certeza de que é capaz de fazer qualquer coisa, de que é capaz de encarar qualquer desafio. Há menos de 1 ano atrás, eu temia qualquer tipo de elevação que pudesse surgir num treino ou mesmo numa prova. Tenho aperfeiçoado esta habilidade de subir e neste domingo tive uma certeza: estou no caminho certo. Mas não estou sozinha. Obrigada parceiro Alexandre por ter estado comigo nesta transcendente aventura.

 (Agradecimentos especiais aos nossos familiares (meu esposo Gel), ao Vinicius (filho do Alexandre) e à sua esposa Nadia que foram nossos staffs nesta aventura.

Mais um troféu para a Fran Santin!!!

Hoje é dia

Dia de treino é bom e melhor ainda em boa companhia!!

Fran na mídia! Jornal Notícias do Dia

Comportamento: A corrida é um esporte democrático que atrai cada vez mais mulheres

Esporte agrega pessoas de perfis variados, como Franciela Santin, ex-sedentária que virou corredora de longas distâncias

Link para a matéria!:

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Franciela Santin, 37 anos, começou a correr há três, hoje se prepara para ultramaratonas. Desde lá, ganhou em saúde, bem-estar e autoestima – Divulgação/ND

Matéria em pdf: nd20012018

2017: ano de muitas conquistas e aprendizados no esporte

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2017. O que falar deste ano. Foram tantas as conquistas. Foram tantos os aprendizados. Foi meu primeiro ano na Floripa Runners Assessoria Esportiva sendo treinada pelo mestre Fabiano Braun:

1. De janeiro a 31 de dezembro foram 1.822 quilômetros percorridos;

2. Foram 17 provas, sendo que em 11 delas subi ao pódio;

3. Estreei em provas de trilha. Fiz 5 provas de trail run e subi ao pódio 3 vezes;

4. Fiz recorde pessoal nas distâncias de 10km e 21 km;

5. Fiz minha primeira Maratona (42km) e conquistei vaga para a Maratona de Boston;

6. Formei dupla com um atleta que admiro demais, Claudio Vicente, e que me ensinou muito sobre trail run. E juntos conquistamos nosso primeiro troféu de 2017;

7. Passei a integrar o Time de Atletas da Harts, empresa que já admirava e consumia os produtos há um bom tempo;

8. Passei a ter a Novah Natural como minha parceira, empresa de Floripa que produz queijos veganos, que eu já consumia;

9. Conquistei o título de Melhor Pace da Floripa Runners Assessoria Esportiva;

10. Entrei no Ranking Brasileiro de Maratonistas (posição 46 de 236 mulheres);

11. Me matriculei na graduação de Nutrição, iniciando as aulas em fevereiro de 2018.

Mas, nenhuma destas conquistas seria possível não fosse o trabalho conjunto realizado com 3 maravilhosos profissionais que me acompanham, o mestre Fabiano Braun, que dispensa comentários, afinal, me elevou a outros patamares de desempenho neste ano, a minha nutri esportiva, Amanda Miranda, que com todo o programa de alimentação e suplementação contribuiu demais para meu desempenho e conquistas e a minha professora de funcional, Malu, que trabalhou comigo de forma esplêndida para que eu ficasse mais fortalecida e não tivesse nenhuma lesãozinha se quer, apesar de todo o volume e intensidade de 2017.

Só tenho a agradecer por este maravilhoso ano de 2017 e aguardar 2018, pois será certamente um ano esplêndido, onde meu foco estará nas provas de trail run, fazendo estreia nas ultramaratonas.