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Comportamento: A corrida é um esporte democrático que atrai cada vez mais mulheres

Esporte agrega pessoas de perfis variados, como Franciela Santin, ex-sedentária que virou corredora de longas distâncias

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Franciela Santin, 37 anos, começou a correr há três, hoje se prepara para ultramaratonas. Desde lá, ganhou em saúde, bem-estar e autoestima – Divulgação/ND

Matéria em pdf: nd20012018

[Artigo] – O que corrida e o mundo empresarial tem haver?

Desde que comecei a correr, há exatos 3 anos atrás, tem uma pergunta que não sai da minha mente e, especialmente hoje, 14 de outubro de 2017, ela ficou ainda mais latente. Então, pensei: sim, hoje é o dia de responde-la, embora eu já tivesse esta resposta anteriormente. Mas sabe, você deixa para lá e não para pra escrever.

Mas antes, vamos a narrativa: 14 de outubro, 5h da manhã e eu já estou em pé preparando o meu café da manhã e organizando os últimos detalhes para 6:30 da manhã partir para o que seria um dos maiores desafios até então: correr  mais de 60km entre praias, dunas, estradões enlameados, trilhas escorregadias, subidas e descidas, revezando com um parceiro de equipe. Quando digo últimos detalhes é porque os demais já vinham sendo organizados dias antes.

Tudo bem, este é apenas o background de uma história que começou a ser escrita muitos meses antes com intensa preparação física e mental. Treinos e mais treinos pelos trechos por onde passaríamos no dia de hoje. OK, então você deve estar se perguntando: mas para quê tudo isso então? Qual o propósito disso? Parece dolorido, cansativo. Quanto planejamento.

Não, não é nada disso. E prazeroso, é desafiador, libera endorfina, te faz querer mais, te faz querer ir além, te renova, te coloca para cima, te mostra que você é capaz de fazer o que deseja fazer, te motiva. E isso tudo só depende de você, das tuas lutas, da tua disciplina, da tua constância de propósitos.

Certo, mas o que isso tem haver com a dúvida que paira minha mente desde setembro de 2014? Tem tudo haver, pois desde então eu me pergunto porque todos estes sentimentos não existem hoje nos funcionários da maior parte de nossas empresas? Porque temos cada vez mais trabalhadores se afastando por doenças psicossociais, como por exemplo, a depressão, a síndrome do pânico associado ao ter que ir trabalhar todos os dias? Por que nossas organizações não são capazes de liberar endorfina em seus trabalhadores?

Eu respondo: porque a grande maioria das organizações, infelizmente, está cheia de maus lideres, de processos burocráticos que não geram motivação alguma, de metas inalcançáveis que somente geram sentimento de derrota nos trabalhadores. Porque a grande maioria das organizações não é capaz de dar a liberdade da criação, afinal, os projetos em sua maior parte são para agradar um ou outro sócio.  Porque nem os líderes não capazes de gerar propósito.

Mas, voltando a prova de hoje, eu e meu parceiro só tínhamos uma coisa me mente: dar o nosso melhor. E este é um sentimento genuíno, verdadeiro que nos faz querer ir além dos nossos limites.

E as equipes nas empresas, querem dar o seu melhor? Ah, não querem porque não são comprometidas, diriam os líderes, que em sua grande maioria entender comprometimento como trabalhar horas além da jornada de trabalho. Mas espera aí? Para estar comprometido com algo, primeiro é necessário que você acredite neste algo, que este algo gere um sentimento recompensador. A corrida gera. E as nossas empresas estão sendo capazes de gerar isso nos seus colaboradores?  Não, definitivamente não.

Então caros líderes das nossas companhias, esqueçam o cargo que está descrito em seus cartões de visita, busquem aprender com o esporte, assistam á uma prova de corrida, prestem atenção ao clima que um evento destes tem e levem isso para suas empresas.

Mas cuidado: endorfina é contagioso e quanto mais você liberar, mais você vai querer. Então cuidado, afinal um funcionário endorfinado vai ser muito comprometido, gerará grandes resultados, enormes picos de satisfação, de grande autoestima, com muita vontade de fazer a diferença, raramente ficará dente e estará com “sangue nos olhos” para fazer acontecer, assim como, os corredores.  

Franciela Santin é corredora.

Iremos participar do Globo Repórter!!!!

Um convite a todos! Assistam a edição de amanhã do Globo Repórter! Iremos apresentar a nossa história!

 

Treino de domingo

Hoje foi mais um dia de treino!

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Treinar com quem se ama: não tem preço

O nosso domingo foi marcado por mais um treino. Logo cedo, para evitar a muvuca do pessoal aproveitando o final de semana na véspera do feriado do dia da Proclamação da República fomos correr na beira mar norte de Florianópolis.

Eu fiz um treino de 6 km em ritmo médio, abaixo de 5’30” por quilometro, ou seja, com uma velocidade média de quase 11 km/h. A velocidade parece não ser tão grande mas o esforço compensou. Como ainda estou no trabalho de perda de peso um treino como o de hoje (com uma velocidade continua e com um tempo quente) auxiliam na perda de massa gorda.

A Franciela por sua vez fez um treino intenso, com tiros de 1 km e com intervalos de descanso. A velocidade dela, em média ficou em torno de 14 km/h e com um pace de 4’20”. Ou seja, a cada quatro minutos e vinte ela percorreu um quilometro. Essa média foi excelente.

O que é legal nos nossos treinos é que apesar de metas diferentes (eu no trabalho de emagrecimento e a Fran melhoria seu ritmo de corrida) conseguimos estar juntos neste momento. Nosso aquecimento (1km em ritmo lento) foi junto.

E, como a foto pode mostrar, a alegria estava estampada em nossos rostos.

Deixamos o seguinte recado: pratique uma atividade. Não importa qual, mas faça ela junto com quem você ama. Assim você manterá o interesse por mais tempo e manterá a vontade de continuar.

Treinando com vento

Nem vento nos impediu de treinar no dia 17 de Setembro.

Treino: Fartlek de 7 km
Local: Beira Mar Norte de Florianópolis/SC

Nosso primeiro vídeo!!!

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Vamos produzir vídeos sobre a nossa rotina de treinos, provas
e dicas sobre alimentação saudável

Sobre corrida

Aqui nesse post vamos falar um pouco sobre corrida, com seus termos e algumas histórias.

Pobre Michaelis!

Por Franciela Santin, uma simples amante da corrida

Conforme o Dicionário Michaelis, Correr significa “andar ou caminhar com velocidade, participar de uma corrida, dirigir-se apressadamente a algum lugar”.

Pobre Michaelis! Apresenta uma descrição tão incipiente, tão simplória do verdadeiro significado da palavra Correr. Tudo bem, afinal, o Dicionário Michaelis nunca experimentou a sensação de calçar um tênis e de sair a correr pelas ruas da cidade.

Pobre Michaelis que nunca correu sentindo o vento e a chuva batendo no seu rosto, levando embora todo o stress do dia, todas as frustações, tudo aquilo que de alguma forma te fez sentir-se diminuído, reduzido, insignificante.

Pobre Michaelis que nunca experimentou a satisfação de olhar o histórico de paces e de ver que houve evolução, que antes, você mal podia corria 200 metros e que agora, é capaz de fazer provas de média e de longa distância.

Novamente, tudo bem! O pobre Michaelis nunca foi treinar ao final da uma tarde dura de trabalho, sentindo-se desanimado, desapontado e saiu de lá renovado, revigorado, pronto para começar mais um dia e seguir em frente. Nunca sentiu a alegria de ver seu corpo se modificando, seus hábitos se alterando e sua saúde, melhorando!

Coitado! Ele nunca pode sentir em seu corpo e mente os efeitos da adrenalina e da serotonina ao cruzar uma linha de chegada. A excitação de ver que mais uma vez o recorde pessoal foi quebrado, nem que, por segundos de diferença do desafio anterior.

Triste Michaelis que nunca ficou aguardando, num domingo a noite, ansioso, o treinador publicar sua planilha de treinos, só par ver se havia algum desafio diferente, um novo fartlek, treinos de tiro, novas distâncias. Ah, que sensação fenomenal é esta! Sentir-se desafiado. Sentimento inexplicável este.

Mas é claro, o Michaelis é somente um dicionário, um pedaço de papel encadernado em uma bela brochura. Ele realmente nunca poderia desfrutar de todas estas sensações. Eu sei, eu entendo, afinal, eu já fui como o Michaelis. Os dias eram todos iguais, assim como é para ele. Mas agora, eu adicionei vida aos meus dias e certamente, dias à minha vida!

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Corrida é uma competição de velocidade ou resistência. Os competidores tentam completar uma determinada tarefa no menor período de tempo. Envolve tradicionalmente percorrer alguma distância, mas pode se referir a qualquer tarefa em que o tempo/velocidade se apliquem

O pace nada mais é que seu ritmo médio de corrida, medido em minutos por quilômetro, ou seja: marcar em quanto tempo você percorre 1km.

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Persistência e Conhecimento

Esses 2 “poderes mágicos” são essenciais para você transformar os seus resultados, fazer a diferença na sua vida e que você corra com saúde plena.

Sem eles a chance de você ter sucesso é quase zero. .
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Poder Mágico #1: Persistência
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Todo mundo que conquistou os primeiros quilômentros de corrida, se tornou um profissional de educação física de sucesso ou conquistou um corpo saudável, deu o primeiro passo. Mudou alguns hábitos, se preocupou com que estava comendo, começou a se exercitar, se atualizou…

Mas a esmagadora maioria de quem não consegue alcançar os resultados desejados também já deu o primeiro passo, mudou alguns hábitos, se preocupou com que estava comendo, começou a se exercitar, se atualizou…

A diferença está na resposta da seguinte pergunta:

Por Quanto tempo?

Óbvio né? Se você faz uma corrida de final de semana, ou faz exercícios regulares por apenas um mês, e depois volta aos velhos hábitos ruins, você consegue apenas os resultados daquele mês e tudo volta ao que era antes em pouco tempo.

Já aquele que persiste, alcança.

Mas o que determina a persistência de alguém quando o assunto é correr com saúde ou treinar seus atletas com saúde?

Pelo que eu observo dos casos de sucesso, dos depoimentos de especialistas sobre seus clientes e, claro, pela minha própria experiência, a diferença mora na expectativa que você cria para si.

Quem tem resultado são os que simplesmente escolhem mudanças que durarão a VIDA TODA, pessoas que estão construindo um Estilo de Vida.

Já os que tentam e voltam ao mesmo ponto de partida são os que esperam que apenas uma corrida de final de semana, ou um ciclo de uma determinada faculdade com duração determinada vá resolver o problema.

Era assim que eu encarava a minha corrida antes. Não é à toa que eu perdi as contas de quantas vezes tive que parar por dores no joelho, na canela e não sabia ao certo o que ingerir, lesões que ocasionaram custos altos de anti-inflamatórios e afins.

Quem tem resultados duradouros é quem assume sua corrida e saúde como uma Empresa da qual ele vai ser dono o resto da vida.

Enquanto os que se frustram encaram ainda a corrida como sair correndo, como um mero projeto avulso, com inicio, meio e fim.

Você precisa encontrar a motivação verdadeira para construir para você uma “empresa vitalícia”. Um objetivo que motive a continuar a melhorar seus hábitos independente do que aconteça.

Pode ser poder sentir a endorfina depois de uns 40 minutos de corrida, sorrir, posar para a foto e falar estava bem nesta corrida, ou mesmo ganhar alguns anos a mais de vida. Pode ser se alimentar bem, tomar menos remédios do que toma hoje…. enfim. Algo que faça valer a pena você mudar o seu raciocínio de projeto para empresa. De temporário, para vitalício.

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Poder Mágico #2: Conhecimento = Informação + Senso Crítico
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Para correr com saúde, além de criar uma expectativa realista de que a caminho é constante e não só uma corrida com linha de chegada, é importante também escolher os caminhos certos.

Você pode até interiorizar, no fundo do seu coração, que hábitos saudáveis são para a vida toda, mas se o que você acredita ser saudável for, na verdade, nocivo, você vai continuar sem alcançar resultados. Vai trocar 6 por meia dúzia.

Quer um exemplo? Se você acredita que sair correndo faz parte de uma prática saudável, você pegou o caminho errado. Se você acha que ficar 1h/dia na esteira ou na rua é o melhor jeito e de ter uma corrida saudável, sua via será muito mais tortuosa.

E infelizmente os melhores caminhos não são necessariamente difundidos por aí.