[Na mídia] Fui destaque no site G1!!!

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Eu fui destaque no site G1 da Rede Globo / NSC Tv de Santa Catarina contando um pouco da minha história de corrida e de perda de peso. É sempre positivo poder compartilhar sobre a minha vida incentivando as pessoas a buscarem uma mudança de estilo de vida e começar com atividade física e cuidado com a alimentação.

Tenho muito a agradecer o mestre Fabiano Braun e a jornalista Juliana, da NSC, que fez uma matéria excelente.

Confere ai!!

https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/minha-esposa-pediu-de-presente-de-aniversario-que-eu-fosse-saudavel-diz-morador-de-sc-apos-perder-40-kg.ghtml

[Artigo] Como explicar se somente é possível sentir?

Como explicar se somente é possível sentir? Como explicar tamanha beleza composta por vistas estonteantes que chegam a até 1.400m de altura? Como explicar a sensação de estar ali se desafiando num cenário que mescla paisagem natural e 284 belas curvas, que mais imitam uma silhueta intermitente? De fato, não dá explicar. Somente é possível sentir.

 

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A Serra do Rio do Rastro

 

“Bastava olhar para sentir, o sentido aguçava a comunhão entre o homem e o que não há explicação: a natureza e o entorpecer a visão”, já escreveu alguém sobre a Serra do Rio do Rastro.  Do Centro da cidade de Lauro Muller era possível avistar muito longinquamente o seu topo. Parecia não ter fim, mas quem disse que eu gostaria que chegasse ao fim?

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Parafraseando o Mestre Fabiano Braun: “sobe mais quem sobe junto!”

Mas ele chegou após 23km correndo, sempre lindamente subindo, ao lado do grande parceiro Alexandre. Sim, o treino chegou ao fim, mas a sensação de liberdade a cada curva vencida, a cada metro em que altimetria aumentava, a cada vez que olhava para o lado e a vista me envolvia, a cada palavra de incentivo das pessoas que desciam de bike ou que subiam em carros e motos, ah, isso não chegou e nunca chegará ao fim. Certamente este dia ficará para sempre guardado em meus mais íntimos pensamentos. Não dá para explicar. Somente é possível sentir.

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Vista no alto da última curva da estrada

A Serra do Rio do Rastro é considerada a ‘Estrada Mais Espetacular do Mundo’. Ela é, desde 2012, votada como a mais espetacular do mundo em um ranking que reúne 14 estradas em diversos países. Pessoas com carros e motos se aventuram a subir a serra. Mas como entender cada uma de suas curvas, a natureza que a cerca, a maciez do vento que em seu rosto bate, se não fosse subindo-a correndo?

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Missão cumprida!!!

Lhes garanto, lá, você se sente no topo do mundo. Subi-la correndo faz com que você tenha cada vez mais certeza de que é capaz de fazer qualquer coisa, de que é capaz de encarar qualquer desafio. Há menos de 1 ano atrás, eu temia qualquer tipo de elevação que pudesse surgir num treino ou mesmo numa prova. Tenho aperfeiçoado esta habilidade de subir e neste domingo tive uma certeza: estou no caminho certo. Mas não estou sozinha. Obrigada parceiro Alexandre por ter estado comigo nesta transcendente aventura.

 (Agradecimentos especiais aos nossos familiares (meu esposo Gel), ao Vinicius (filho do Alexandre) e à sua esposa Nadia que foram nossos staffs nesta aventura.

[Artigo] Mais do que um símbolo uma conquista

Como vencer desafios na corrida pode mudar a forma de encarar a vida profissional

Enquanto eu escrevo esse texto tenho uma sensação de alívio tremendo. O ano está acabando e com esse clima de encerramento faço uma breve reflexão das metas do ano e do que foi conquistado. Com muito orgulho eu posso dizer que corri até agora 909.900 metros em 103 corridas, com um total de 94 horas e 32 minutos de exercício ativo. Parece muito e no fundo é mesmo. Mas não são esses quase mil quilômetros que servem de modelo de como vencer os desafios da corria podem mudar a forma de encarar os desafios e o stress da vida profissional. São apenas 35 km que servem para essa análise.

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Minha participação na etapa de Florianópolis

Neste ano eu fiz cinco provas do Circuito Corridas do Bem do SESI/SC. A soma das distâncias é menor que a distância de uma maratona (42km). Porém essas provas serviram para que eu pudesse mudar a forma de encarar tanto a corrida como a vida profissional. Um dos pontos mais interessantes da corrida é que na grande maioria do tempo você está sozinho com os seus pensamentos, por mais que tenham 1500 pessoas correndo ao seu lado. E o tempo de uma prova (variando entre vinte e cinco minutos até uma hora, variando a distância) serve justamente para esse momento contemplativo.

Uma das características mais importantes que aprendi nessas provas a desenvolver é a minha capacidade de resiliência. Tanto na corrida como na vida profissional enfrentamos momentos em que temos duas escolhas a serem feitas: desistir ou adaptar-se. E nessas corridas eu fiz justamente isso: consegui desenvolvi a capacidade de me recuperar facilmente diante dos obstáculos e extrair o melhor do meu potencial.

Na nossa vida desistimos com uma facilidade espantosa. E quando conseguimos seguir em frente devemos comemorar. São nas pequenas vitórias que está à alegria da vida. No momento em que uma meta traçada é realizada devemos valorizar e saborear os feitos com orgulho. No âmbito profissional os desafios são mais mentais que físicos, porém é nesse momento que temos que utilizar as ferramentas que a corrida nos fornece.

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Meu troféu pelas provas do SESI Corridas do Bem

Com a realização das provas do SESI recebi uma mandala, representando o Pentaculo do Bem Estar. Conquistar esse troféu serviu como uma demonstração gráfica dos resultados obtidos: reduzir o nível de estresse, realizar uma atividade física habitual além de manter um relacionamento social com os outros corredores. Mas mais importante de tudo foi vencer as dificuldades e levas as lições da corrida para a minha vida.

[Artigo] – O que corrida e o mundo empresarial tem haver?

Desde que comecei a correr, há exatos 3 anos atrás, tem uma pergunta que não sai da minha mente e, especialmente hoje, 14 de outubro de 2017, ela ficou ainda mais latente. Então, pensei: sim, hoje é o dia de responde-la, embora eu já tivesse esta resposta anteriormente. Mas sabe, você deixa para lá e não para pra escrever.

Mas antes, vamos a narrativa: 14 de outubro, 5h da manhã e eu já estou em pé preparando o meu café da manhã e organizando os últimos detalhes para 6:30 da manhã partir para o que seria um dos maiores desafios até então: correr  mais de 60km entre praias, dunas, estradões enlameados, trilhas escorregadias, subidas e descidas, revezando com um parceiro de equipe. Quando digo últimos detalhes é porque os demais já vinham sendo organizados dias antes.

Tudo bem, este é apenas o background de uma história que começou a ser escrita muitos meses antes com intensa preparação física e mental. Treinos e mais treinos pelos trechos por onde passaríamos no dia de hoje. OK, então você deve estar se perguntando: mas para quê tudo isso então? Qual o propósito disso? Parece dolorido, cansativo. Quanto planejamento.

Não, não é nada disso. E prazeroso, é desafiador, libera endorfina, te faz querer mais, te faz querer ir além, te renova, te coloca para cima, te mostra que você é capaz de fazer o que deseja fazer, te motiva. E isso tudo só depende de você, das tuas lutas, da tua disciplina, da tua constância de propósitos.

Certo, mas o que isso tem haver com a dúvida que paira minha mente desde setembro de 2014? Tem tudo haver, pois desde então eu me pergunto porque todos estes sentimentos não existem hoje nos funcionários da maior parte de nossas empresas? Porque temos cada vez mais trabalhadores se afastando por doenças psicossociais, como por exemplo, a depressão, a síndrome do pânico associado ao ter que ir trabalhar todos os dias? Por que nossas organizações não são capazes de liberar endorfina em seus trabalhadores?

Eu respondo: porque a grande maioria das organizações, infelizmente, está cheia de maus lideres, de processos burocráticos que não geram motivação alguma, de metas inalcançáveis que somente geram sentimento de derrota nos trabalhadores. Porque a grande maioria das organizações não é capaz de dar a liberdade da criação, afinal, os projetos em sua maior parte são para agradar um ou outro sócio.  Porque nem os líderes não capazes de gerar propósito.

Mas, voltando a prova de hoje, eu e meu parceiro só tínhamos uma coisa me mente: dar o nosso melhor. E este é um sentimento genuíno, verdadeiro que nos faz querer ir além dos nossos limites.

E as equipes nas empresas, querem dar o seu melhor? Ah, não querem porque não são comprometidas, diriam os líderes, que em sua grande maioria entender comprometimento como trabalhar horas além da jornada de trabalho. Mas espera aí? Para estar comprometido com algo, primeiro é necessário que você acredite neste algo, que este algo gere um sentimento recompensador. A corrida gera. E as nossas empresas estão sendo capazes de gerar isso nos seus colaboradores?  Não, definitivamente não.

Então caros líderes das nossas companhias, esqueçam o cargo que está descrito em seus cartões de visita, busquem aprender com o esporte, assistam á uma prova de corrida, prestem atenção ao clima que um evento destes tem e levem isso para suas empresas.

Mas cuidado: endorfina é contagioso e quanto mais você liberar, mais você vai querer. Então cuidado, afinal um funcionário endorfinado vai ser muito comprometido, gerará grandes resultados, enormes picos de satisfação, de grande autoestima, com muita vontade de fazer a diferença, raramente ficará dente e estará com “sangue nos olhos” para fazer acontecer, assim como, os corredores.  

Franciela Santin é corredora.

Fran na Maratona de Boston!

Sempre há chance para uma nova história, para uma nova vida!

Há exatos 3 anos atrás decidimos que era hora de mudar nossas vidas. Dois sedentários alimentando-se apenas de comidas prontas industrializadas, fast food, sem consumir uma fruta ou vegetal, tendo o trabalho e o sofá como as coisas mais importantes da vida, precisavam tomar uma decisão.

E foi no dia 08 de setembro de 2014 que esta história começou a ser reescrita. Novos capítulos foram sendo adicionados e hoje, 3 anos depois, podemos dizer que, a crônica de uma morte anunciada, virou a crônica de uma vida saudável e feliz.

Foi em 08 de setembro de 2014, que entramos para um grupo de corrida e que começamos a rever nossos hábitos alimentares. De lá para cá, o Gelsom perdeu 36kg. Mas, não é só isso. Esta é a mudança física. O que realmente impacta é a mudança que um novo estilo de vida provoca em sua mente.

Eu, Franciela, ganhei muito em saúde, em composição corporal e ao longo deste tempo, em performance na corrida. Mas também não é só isso. Coloquei a saúde como ponto central da minha vida, focando minhas energias na atividade física e no entendimento do que é e o bem que causa a alimentação saudável.

Há menos de um ano atrás tomei a decisão de deixar um cargo de liderança, onde obviamente o financeiro era mais atrativo. Mas quer saber, o que importa dinheiro e status se sua saúde não está bem, afinal, o conceito de saúde integral é o que pesa aqui. Não basta o corpo estar bem (e este já vinha sendo cuidado), a mente também precisa estar. E foi todo este processo de mudança do estilo de vida que me fez acordar para isso a ponto de tomar esta decisão.

Então, quando digo que a corrida salvou nossas vidas, não estou sendo demagoga, tenho provas reais disso. E aqui deixo minha sugestão: se você tiver que optar por qualquer coisa neste mundo ou a sua saúde, opte por ela, ela é o seu maior bem. Ninguém mais se preocupará com a sua saúde se não, você mesmo.

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!!!2 anos do blog!!!

Dois anos do blog Prepara&Vai!

Neste mês de junho estamos comemorando dois anos do blog Prepara&Vai! Criamos o blog com o objetivo de compartilhar um pouco da nossa mudança no estilo de vida, nossa rotina de exercícios, alimentação, entre outros.


Neste período atingimos pessoas não apenas no Brasil, mas também em outros países como pode ser visto no mapa!

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Mapa dos acessos ao blog!

Um pouco sobre nós

IMG_3185Nos chamamos Franciela Santin e Gelsom Sbardelotto. Casados há 13 anos moramos em Florianópolis (SC), e adotamos uma vida saudável a pouco menos de 3 anos. Essa virada em nossa história começa no final de setembro de 2014, quando, após meu marido chegar ao grau 2 de obesidade, percebemos que algo precisava ser feito.  Procuramos uma nutricionista para nos ajudar com o processo de mudança e uma coisa leva à outra e nos tornamos corredores. Hoje, meu marido se livrou de 32 quilos e já tem alguns quilômetros em corridas oficiais. Diante disso, nosso propósito com este blog é mostrar que com força de vontade e com uma mudança em de estilo de vida, tudo é possível. Publicaremos aqui receitas saudáveis (livre de glúten, lactose) que são feitas por nós mesmos, além de contar nossas aventuras nas corridas.

Nossos contatos:

Franciela – franciela.santin@gmail.com

Gelsom – sbardelotto@gmail.com

Provas

Provas da Franciela

Provas do Gelsom

Artigo: Sobre estar com a imunidade alta

Queridos leitores,

Ontem eu publiquei um artigo sobre o tombo homérico que sofri no sábado enquanto fazia meu treino longo de final de semana. Como sabem, tive diversos ferimentos no rosto, ombro e joelhos. Bom, ao acordar na manhã deste domingo, tive a certeza que estou no caminho certo, que toda esta mudança no estilo de vida iniciada há 2 anos e meio atrás é realmente o que me levou para uma vida saudável, plena e feliz.

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Tubo bem, mas o que isso tem haver com o tombo de ontem? Voltemos aos fatos: o tombo ocorreu no sábado de manhã e ao acordar neste domingo, meus ferimentos já estavam com a tal “casquinha”, com um aspecto muito bom e o inchaço no rosto já tinha desaparecido e, psicologicamente falando, eu estava muito muito bem. Sabe o que é isso meus amigos? A boa imunidade. Quando se está com a imunidade boa, teu corpo responde rapidamente aos estímulos, neste caso, ao antisséptico que passei.

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A ciência explica: A imunidade é a defesa que o nosso corpo possui contra doenças e infecções. O nosso sistema imune é o responsável por fazer essa barreira protetora contra possíveis substâncias ou microrganismos nocivos para a nossa saúde. E hábitos saudáveis incorporados ao estilo de vida fortalecem nossas defesas. É sabido que uma alimentação balanceada, a prática regular de exercícios físicos e o bem-estar emocional são fatores determinantes para um estado de saúde equilibrado.

Por isso meus amigos, cuidem de sua saúde, cuidem de sua imunidade, pois hora ou outra você vai precisar dela e aí, não tem “jeitinho brasileiro” não, ou você está ou não está com a imunidade alta.

Artigo: Sobre cair e levantar

Este pequeno texto não é sobre ser melhor ou pior que o outro. E apenas sobre cair e levantar! E sobre racionalizar uma determinada situação. E sobre seguir em frente apesar do que acabou de acontecer.

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Na manhã deste sábado, quando estava por volta do terceiro dos dezesseis quilômetros que eu tinha para fazer, eu tropecei e cai. Cai feio, daqueles tombos homéricos, que mereciam ser filmados e divulgados na categoria “não tente fazer isso em casa”.

Eu fui de joelhos, ombros e rosto ao chão. A esta hora você deve estar se perguntando como isso é possível? Não sei, só sei que aconteceu comigo. No mesmo momento senti meu rosto, boca e joelhos incharem e o sangue escorrer. Mais tarde fui descobrir que meu ombro direito estava todo ralado também, além de outros machucados nas mãos.

Bom, mas vamos aos fatos racionais. Qualquer um sabe que iria doer, doer muito, afinal, as fotos estão aí para comprovar o tamanho do estrago. Então nos segundos posteriores que sucederam ao fato, eu tinha apenas duas escolhas: deixava o treino para lá, afinal, faltam mais 13km e ficava ali sentindo pena de mim mesma com muita dor, ou levantava e seguia em frente, concluía o treino e deixava para sentir a dor depois, afinal, ela seria inevitável. Mas desistir ou seguir era uma escolha minha.

Tá aí, isso é racionalizar uma situação. Levantei e segui em frente, óbvio, afinal, estou me preparando para minha primeira maratona e não é tombo que vai me derrubar. Fora o fato das pessoas ficarem me olhando como seu eu parecesse um ET (depois entendi que era porque tinha bastante sangue meu rosto), o restante do treino transcorreu muito bem. Concluí os 16kms, com a adrenalina a mil, algo que somente o esporte é capaz de te proporcionar.

Então, por causa disso eu sou melhor do que qualquer outra pessoa? Não, em hipótese alguma. Tantas outras já devem ter enfrentado situação igual ou pior a esta. O importante meus amigos, é racionalizar, perseguir com “unhas e dentes” suas metas, nunca perder o foco e, se cair, levantar, levantar mais forte do que a situação que te fez cair.