Comparativo: 2016 e 2014

Em setembro de 2014 pedi para a minha esposa Franciela Santin o que ela queria de presente de aniversário. Imaginei que seria alguma coisa física, mas o pedido dela me surpreendeu. Ela pediu que eu fosse saudável e vivesse muitos anos com ela!

No ano de 2014 eu pesava 112 quilos. Pela minha altura (1,68 m) estava numa situação crítica, com um índice de massa corpórea acima de 39,7. Ou seja, estava com obesidade e enfrentando muitas dificuldades em minha vida. Além disso, estava 37,52 kg acima do peso máximo ideal.

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Comparativo: na esquerda em 2016 e a direita a versão 2014.

A foto  acima ilustra mais do que qualquer texto.

Em 2014 minha vida era sedentária e voltada apenas para o trabalho, sem nenhum tipo de válvula de escape. Hoje (2016) estou vivendo a vida de um forma plena: extremamente dedicado ao trabalho, porém com uma alegria para ter atividades saudáveis, como correr três vezes por semana, fazer duas sessões semanais de ginástica funcional e ter uma alimentação menos industrializada.

A mudança nunca é fácil, mas pode ser alcançada desde que sejam observados três pontos simples: compromisso, vontade e dedicação. E estou com os três em dia. Mas não teria conseguido nada sem o apoio da Franciela.

O pedido dela, aquele do presente, foi o motivador para a mudança. E agora ela está ao meu lado, seja na alimentação como no corrida.

 

Dois anos da mudança!

O título até parece slogan de auto ajuda, mas na verdade o dia de hoje (08/Setembro) marca uma data muito especial tanto para a Fran como para mim.

Para quem não lembra, ou que é a primeira vez que está conhecendo a nossa história, aqui vai a versão super resumida:

Em Setembro de 2014 eu pedi para a Fran o que ela queria de presente. Imaginei que seria alguma coisa para ela (uma roupa ou algo do gênero) mas para a minha supresa ela me pediu algo muito mais simples: queria que eu vivesse muitos anos com ela. Isso foi um choque. Sempre, desde que nos conhecemos, fui sedentário e muito preguiçoso. Não praticava nenhuma atividade física e a minha alimentação era um comercial permanente de fast food. A mudança começou quando procuramos uma assessoria de corrida, com a indicação de nosso amigo e colega do SESI, Thiago Braga. A escolha foi com a JustRun e logo de cara fizemos o nosso primeiro treino, com direito a foto e tudo.

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Primeiro treino. Sim, eu usava esse óculos gigantesco para treinar, e a gente conseguiu correr 200 metros sem morrer.

Mas a escolha da corrida não foi tudo. A mudança foi total, com a mudança dos hábitos alimentares e a procura de uma profissional (excelente, diga-se de passagem) da área de nutrição para auxiliar na parte que acho mais complicada: mudar a forma como eu encarava a comida. O resultado também é fruto da dedicação e do apoio da Dra. Amanda Miranda.

Abro agora um momento meio mea culpa. Sempre usei a comida como uma fuga para o dia a dia, para o stress e demais situações. A Fran sempre me disse que eu não olhava para as pessoas e era muito retraído. E isso era verdade. Eu não tinha coragem, confiança e tinha vergonha de ser julgado, mas a comida não me julgava. Era isso que eu pensava na época. Então a fuga para uma alimentação não saudável era óbvia para mim.

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Diferença do peso no antes e no depois. O gosto pela camisa havaiana não está aberto para discussão.

Mas com uma luta árdua, com muita força, foco e disciplina, os resultados apareceram, vieram provas, viagens, novas experiências e um verdadeiro desabrochar para uma nova vida.

Concluo, fazendo minhas as palavras da Fran, no facebook:

O que chamei de “projeto” virou estilo de vida! O que falei “toda a tentativa é válida”, virou 5 dias de atividade física na semana, mudança radical na qualidade da alimentação e o Gelsom Sbardelotto com 35 kg a menos!!! Muito feliz com o presente que o Gel me deu de aniversário naquele ano, que foi toda esta mudança no estilo de vida!!!

Conduzimos a Tocha Olímpica!!!

Dia 10 de julho ficará marcado em nossas vidas! Neste dia, fomos protagonistas de uma história que começou a ser escrita na Grécia e que chegou ao Brasil. A partir de hoje podemos dizer que fazemos parte da história das Olimpíadas. Neste data, fomos condutores da Tocha Olímpica em sua passagem por Florianópolis.

A grande pergunta é: como descrever este momento? Como descrever a emoção de fazer parte de algo grandioso como este, que é o esporte? Algo que celebra a garra, a determinação, a força de vontade e o espírito olímpico?

Realmente muito difícil. Só podemos dizer que foi emocionante, empolgante, alucinante, e todos os outros adjetivos e sinônimos que se pode encontrar no dicionário. Para nós, a cereja do bolo foi realizarmos o “beijo da tocha”, ou seja, um acender a tocha do outro, encerrando um percurso e iniciando o outro.

Certamente foram os 200 metros mais curtos e mais longos de nossas vidas. Mais curtos, porque infelizmente eles acabaram logo, como um passe de mágica, porém mais longos, pois naquele momento passou um filme em nossas cabeças, não tinha como não lembrar porque estávamos ali. E sim, estávamos porque o esporte mudou nossas vidas!!! E é isso que o espírito olímpico celebra: a grandiosidade do esporte e de que como ele é capaz mudar vidas, de tirar as pessoas de sua zona de conforto e elevar a outros patamares.

Ao Rio 2016 e a Nissan, só nos resta agradecer por esta oportunidade de experimentar um pouquinho do que será a emoção das Olimpíadas 2016.

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Somos condutores da Tocha Olímpica!

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Um dos maiores símbolos olímpicos passará por Florianópolis no mês de julho/2016 e teremos a honra de sermos condutores da tocha! O convite foi efetuado por meio de uma promoção de um dos patrocinadores oficiais dos jogos.

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Contamos um pouco da nossa história e das nossas realizações, como a minha perda de peso e a mudança do estilo de vida sedentário para uma vida dedicada para a corrida e a alimentação saudável.

Revezamento

Ao longo de 95 dias, 12 mil pessoas participam do revezamento da Tocha Rio 2016. Elas têm a missão de conduzir a chama Olímpica pelo Brasil, envolvendo todo país no clima dos Jogos.

Na rota, estão mais de 300 cidades e os 27 estados do país. Um total de 20 mil quilômetros em terra e 10 mil milhas aéreas em trechos das regiões Norte e Centro-Oeste, entre Teresina e Campo Grande – sem que o fogo se apague.

Cada condutor leva a chama por cerca de 200 metros – vale lembrar que o que é passado no revezamento é a chama Olímpica, acesa na Grécia, e não a tocha. A parada-final da chama é a cerimônia de abertura, no Maracanã, onde a pira Olímpica é acesa, dando início aos Jogos.

O que os 12 mil condutores têm em comum? São pessoas que fazem a diferença, seja no esporte ou em suas comunidades. Eles foram selecionados a partir de quatro campanhas diferentes, promovidas pelo Comitê Rio 2016 e pela Coca-Cola, Nissan e Bradesco, patrocinadores oficiais do revezamento.

A passagem pela Ilha da Magia está marcada para o dia 10/07.

A tocha e o que ela representa

A Chama Olímpica é um importante símbolo dos Jogos. Representa a paz, a união e a amizade. A tocha, por sua vez, é usada para passar a chama de um condutor para o outro durante o revezamento até o acendimento da pira na cerimônia de abertura.

Entre os principais atributos de inovação da Tocha Rio 2016, estão os segmentos que se abrem, revelando elementos da brasilidade: diversidade harmônica, energia contagiante e natureza exuberante.

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Tocha olímpica dos Jogos Rio 2016

Mais informações

Site da Nissan (nossa indicação)
Site do Rio2016

 

 

2015 in review

The WordPress.com stats helper monkeys prepared a 2015 annual report for this blog.

Here’s an excerpt:

A San Francisco cable car holds 60 people. This blog was viewed about 1,400 times in 2015. If it were a cable car, it would take about 23 trips to carry that many people.

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