[Artigo] Mais saúde ou R$ 4,50?

Vale a pena investir uns minutos por dia para melhorar a saúde.

Ontem eu dei continuidade a minha volta aos treinos. Na semana passada me predispus a fazer três atividades físicas e cumpri a primeira meta do retorno.


Ontem eu fiz a maior distância em uma única atividade desde o dia 07/02/2019. Consegui fazer mais de sete quilômetros e cheguei em casa razoavelmente bem. O tempo não importa nesse momento, mas é interessante saber que consegui manter uma média de velocidade em uma atividade que durou mais de uma hora.

Vale a pensa fazer uma atividade!

Mas quero tratar do título deste artigo. No dia de ontem venci novamente o sedentarismo um passo de cada vez. Mas o mais legal dessa atividade foi que eu refiz caminhando praticamente o mesmo trajeto que faria de ônibus.


Com essa atividade eu ganhei um pouco mais de saúde e ainda economizei a passagem. Brincadeira à parte eu tenho certeza que a minha saúde vale muito mais que os quatro reais e cinquenta centavos. E essa economia está ajudando em vários sentidos.

A atividade está ajudando a diminuir o meu peso e mais importante de tudo: está me dando momentos de clareza onde o stress do dia a dia é consumido e transformado em energia para dar o próximo passo.

Vale muito dar o primeiro passo, manter o caminho e a cada dia se desafiar mais para alcançar qualquer meta que você estabeleça.

E vamos em frente!

[Artigo] Promessa é dívida

Primeiro treino de retorno. Eu voltei.

É engraçado como funciona a mente do ser humaninho. Eu falo assim no diminutivo para não perder a piada, que fique claro. Eu ontem prometi e fui lá e cumpri o que tinha dito que iria fazer. Mas durante os 31 minutos e 9 segundo eu tive a oportunidade de refletir sobre muita coisa. Mas antes de falar da corrida eu tenho que descrever o meu dia para reforçar a história  da comodidade.

Eu trabalho na cidade de São José, vizinha de Florianópolis numa distância equivalente a uma meia maratona da minha casa. Nos meus bons tempos de corrida eu fiz essa distâncias várias vezes e o meu recorde pessoal é de 1:54:06 em 2017. A distância feita todos os dias de ônibus (contando a saída de casa e a baldeação com destino ao trabalho) na maioria dos dias fica acima desse tempo. Ou seja, na quase todos os dias eu levo mais tempo de transporte coletivo do que faria a mesma distância correndo.

Ontem foi um desses dias. Somando o tempo de ir, trabalhar e voltar para casa, eu fiquei mais de 14 horas longe do sofá, da minha cama e do conforto do lar. Mas pela primeira vez em muito tempo ao chegar em casa eu não simplesmente desliguei, comi e fui dormir (não nessa ordem).

Cheguei em casa coloquei um calção (confesso que estava mais apertado do que gostaria) e fui correr. Não coloquei uma meta inatìngivel nem nada do gênero. Simplesmente quis correr num período maior que meia hora. E essa meia hora, em comparação todas as outras meias horas do dia inteiro foi um momento de clareza e tranquilidade.

Claro que depois de tanto tempo parado eu senti dores, parei para tomar folego (mais do que eu esperava para ser sincero) e até caminhei um pouquinho (pessoal do trailrun que não me se assuste, mas tinha uma inclinação de quase 18 metros, hehehe). Mas a sensação depois de terminar a atividade compensou. Naquele período de tempo envolto em uma sequência de músicas eu corri não esperando nada além do que colocar um pé na frente do outro.

Eu já havia escrito isso antes. Eu teria todas as muletas para dizer “nossa, eu saí de casa as 7 da manhã e cheguei em casa as 8 da noite, estou cansado” mas não me deixei vencer pela comodidade. Tenho certeza que hoje vai ser um novo dia. E a corrida estará me esperando a noite para limpar a mente.

Como se diz: temos imagens!

[Artigo] – Um ano novo pela frente

captura de tela 2019-01-04 às 23.30.36E 2018 acabou. O ano foi peculiar para se dizer o mínimo. O ano teve de tudo, desde copa do mundo até uma eleição surpreendente. A minha vida também foi marcada por mudanças. Depois de quase dez anos mudei de emprego e segui com a minha vida, porém tenho que admitir que deixei as corridas em segundo plano. Já a Franciela abandonou de vez o asfalto e encontrou a alegria como ultramaratonista em trail running.

Mas como a Fran sempre diz: “O passado ficou para trás. E se a gente ficar se lamentando o tempo vai acabar passando”. Todos nós passamos por obstáculos. E essa dificuldade é o que deve nos inspirar. A vida cada vez mais parece uma corrida: a cada momento encontramos uma curva, um caminho solitário ou mesmo uma dificuldade. Porém são as decisões individuais que tomamos que vão tornar esse caminho mais fácil ou mais difícil.

Cada vez mais que olho o que vem pela frente entendo que devemos buscar a força não para dar um sprint como num treino de tiro e sim manter a velocidade constante de uma maratona. De acreditar em si mesmo para não ter medo de correr em uma subida íngreme ou mesmo se desafiar a correr em um lugar totalmente novo.

A vida, como a corrida, é a soma das decisões que tomamos. E cada vez mais entendo que negligenciar alguns aspectos em comparação com outros é o nosso maior pecado. As vezes estamos tão perto de uma situação que não conseguimos ver o grande quadro e focamos apenas em uma pequena parte de um todo.

O começo do ano é tradicionalmente marcado por decisões e a tentativa de mudança de estilo de vida. Sim, é um clichê que todos os anos vemos pessoas tentando mudar a alimentação ou mesmo começar uma atividade física. Porém eu tenho que fazer um compromisso comigo mesmo. Tenho que resgatar um dos aspectos que ajudou muito nos anos passados.

Não sei ainda o caminho a seguir, porém sei que a atividade física é um dos pilares que pode e vai me ajudar. E espero chegar em 31 de dezembro com realizações e metas atingidas para compartilhar. Então: boa sorte e muitos kms pela frente!

[Artigo] A aventura continua lá fora

É interessante começar um artigo com uma afirmação tão forte como essa ai em cima. Essa escolha me traz muita responsabilidade, principalmente vendo o meu histórico neste ano. Eu tenho que fazer uma autocrítica. Realmente eu não dediquei a corrida a mesma atenção do ano passado. 2017 foi um ano de realizações, ano da minha primeira maratona e de mais de mil quilômetros percorridos.

Neste ano eu passei por uma série de mudanças e transformações. Tanto que estou engatinhando novamente na corrida. Como o meu texto anterior posso afirmar que apesar de terem passados quatro anos eu me sinto sempre um iniciante. E isso talvez seja o que me motiva. Esse sentimento de estar (re)começando.

O importante é não ficar parado, não importa como

Mas é importante que eu faça desta autocrítica um reforço da afirmação acima: a aventura está lá fora e vai continuar lá fora. E quando eu escrevo sobre isso eu só posso fazê-lo pelo melhor exemplo do mundo que está ao meu lado: Franciela Santin. Essa pequena é realmente uma parada. Como não valorizar uma pessoa que no mesmo tempo de corrida que eu está em um estágio tão avançado?

Eu posso dizer que a Fran é um exemplo que eu queria imitar com mais frequência. Alguém que se desdobra em quatro no mesmo dia merece todos os elogios. Uma pessoa organizada e determinada, que mudou o escopo de seu trabalho e agora é feliz fazendo uma atividade profissional relacionada com a saúde. Uma estudante que está em sua segunda graduação e ainda no tempo livre (aham, existe tempo livre que a gente pode aproveitar) consegue treinar corrida e ainda fazer musculação.

Ela vai ter um grande e o maior desafio de sua carreira no próximo dia 08/12 na cidade de Botucatu, estado de São Paulo. A prova Ultra Trail Run 70K Cuesta Brasil Ride 2018 é algo que ela realmente se preparou e vou fazer por ela um agradecimento especial a todos. Não vou citar nomes para não fazer nenhuma injustiça, porém o agradecimento é realmente sincero para todos mesmo nem que seja para aquele que deu um minuto do seu tempo fazendo um quilômetro de carro para acompanha-la nos treinos e na preparação.

Resumo da foto: Olhar sempre em frente sem medo.

Porém o ponto de escrever sobre aventura e mencionar a Fran é justamente ressaltar que o catalisador para dar um passo além da zona de conforto às vezes está ao nosso lado. Falta de tempo não é uma desculpa para fazer uma atividade. A vida é muito maior e melhor do que ficar sentado na frente de uma televisão ou de uma tela de celular.

Viver é estar feliz consigo mesmo e ver a vida com o roteiro que escolhemos. E por quê não esse roteiro ser uma grande aventura?


Aguarde!!!

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Artigo: Em paz, com a vida e com a corrida

Enquanto eu escrevo esse artigo faltam menos de 30 dias para correr a minha primeira maratona. Olhando para toda o treinamento para enfrentar esse desafio posso dizer que estou preparado. A prova está logo ali, mas não estou preocupado. Vou fazê-la e concluir os 42195 metros. Eu tenho certeza disso. Mas essa certeza não quer dizer que eu sou um super humano.

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Preparação para a Maratona.

Isso quer dizer apenas um coisa: eu estou preparado. Não apenas nos aspectos técnicos, mas também no emocional.

Eu já ouvi dizer que quando você corre uma maratona a maioria dos fracassos não é para a prova e sim para você mesmo. Seu corpo não desiste tão facilmente como achamos. É a sua mente que faz com que você desista. Por isso é importante estar mentalmente preparado para enfrentar entre 3 a 4 horas correndo.

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O apoio está ao nosso redor!!

Quando eu comecei a correr em setembro de 2014 não tinha a idéia de fazer uma prova tão longa. Ao começar a correr o desafio era a perda de peso, conseguir manter o ritmo e não desistir. Agora, a cada final de semana, os treinos longos são iguais ou maiores que uma meia maratona. Eu brinco com a minha companheira de vida e de corrida, Franciela Santin, que antes a gente treinava para fazer uma meia maratona, hoje a gente treina uma meia maratona para se preparar para correr outra prova, ou seja, dobro dela.

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O amor nos leva longe

Mas é essa a sensação de vencer um desafio que me deu a força para seguir em frente. Muitas vezes eu quis reviver os hábitos de antigamente e buscar na comida aquela sensação de conforto que só ela conseguiu me dar no passado. A minha força para acordar cedo nos finais de semana para treinar e fazer três prova de meia maratona em um semestre são apenas o reflexo de estar em paz comigo mesmo.

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Foco na Preparação!

Eu percebi, a duras penas, que não posso me cobrar tanto. Na nossa vida estamos o tempo todo sujeitos a cobranças e opiniões diferentes da nossa. O que devemos fazer, para não enlouquecer, é dar ouvidos às mensagens que nos fortalecem. Não quer dizer que não devemos ouvir as críticas. Devemos sim, mas as criticas tem que ser usadas como incentivo para ir em frente. E ir em frente é mudar hábitos, se desafiar e colocar um pé em frente ao outro mesmo quando você está cansado e quer descansar.

A maior vitória que tive até agora, principalmente por poder contar com uma pessoa que me ama e me ajudou a seguir em frente, é essa capacidade de não desistir. A vida vai nos dar umas pauladas, mas é bom saber que por mais forte que você seja atingido é você que tem a força para levantar e seguir com os objetivos traçados.

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E lá vou eu!!!

A maratona de Porto Alegre está chegando, e eu não tenho medo dela.

Dois anos da mudança!

O título até parece slogan de auto ajuda, mas na verdade o dia de hoje (08/Setembro) marca uma data muito especial tanto para a Fran como para mim.

Para quem não lembra, ou que é a primeira vez que está conhecendo a nossa história, aqui vai a versão super resumida:

Em Setembro de 2014 eu pedi para a Fran o que ela queria de presente. Imaginei que seria alguma coisa para ela (uma roupa ou algo do gênero) mas para a minha supresa ela me pediu algo muito mais simples: queria que eu vivesse muitos anos com ela. Isso foi um choque. Sempre, desde que nos conhecemos, fui sedentário e muito preguiçoso. Não praticava nenhuma atividade física e a minha alimentação era um comercial permanente de fast food. A mudança começou quando procuramos uma assessoria de corrida, com a indicação de nosso amigo e colega do SESI, Thiago Braga. A escolha foi com a JustRun e logo de cara fizemos o nosso primeiro treino, com direito a foto e tudo.

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Primeiro treino. Sim, eu usava esse óculos gigantesco para treinar, e a gente conseguiu correr 200 metros sem morrer.

Mas a escolha da corrida não foi tudo. A mudança foi total, com a mudança dos hábitos alimentares e a procura de uma profissional (excelente, diga-se de passagem) da área de nutrição para auxiliar na parte que acho mais complicada: mudar a forma como eu encarava a comida. O resultado também é fruto da dedicação e do apoio da Dra. Amanda Miranda.

Abro agora um momento meio mea culpa. Sempre usei a comida como uma fuga para o dia a dia, para o stress e demais situações. A Fran sempre me disse que eu não olhava para as pessoas e era muito retraído. E isso era verdade. Eu não tinha coragem, confiança e tinha vergonha de ser julgado, mas a comida não me julgava. Era isso que eu pensava na época. Então a fuga para uma alimentação não saudável era óbvia para mim.

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Diferença do peso no antes e no depois. O gosto pela camisa havaiana não está aberto para discussão.

Mas com uma luta árdua, com muita força, foco e disciplina, os resultados apareceram, vieram provas, viagens, novas experiências e um verdadeiro desabrochar para uma nova vida.

Concluo, fazendo minhas as palavras da Fran, no facebook:

O que chamei de “projeto” virou estilo de vida! O que falei “toda a tentativa é válida”, virou 5 dias de atividade física na semana, mudança radical na qualidade da alimentação e o Gelsom Sbardelotto com 35 kg a menos!!! Muito feliz com o presente que o Gel me deu de aniversário naquele ano, que foi toda esta mudança no estilo de vida!!!

Antes & Depois

Nesse artigo vamos tratar sobre a evolução na perda de peso do Gelsom, bem como, nos nossos hábitos alimentares.

Histórico

Há 1 ano atrás, tinha uma vida extremamente sedentária e uma alimentação de péssima qualidade (basicamente composta por produtos gordurosos, laticínios, enfim, ía ao Burger King 2 vezes por semana). Estava há mais de 15 anos sem praticar nenhuma atividade física. Minha vida (minha e de minha esposa) se resumia a trabalhar, voltar para casa, sentar em frente a TV e comer.

Eis que no dia 11 de setembro do ano passado, ano em que minha esposa fez 33 anos, eu perguntei o que ela gostaria de ganhar de aniversário e ela disse: “meu maior presente seria você viver ao meu lado por um longo período”. Porém, para que isso acontecesse era necessário mudar radicalmente meus hábitos e eu sabia que atividade física, além de um acompanhamento de uma nutricionista, seria a única forma disso acontecer.

Decidi então procurar uma nutricionista e ela alertou: “somente dieta não funciona, tem que estar associada à uma atividade física”. Saí então a procurar uma atividade para fazer e a escolha foi: CORRIDA. Nos inscrevemos (eu e minha esposa) na Assessoria Esportiva Just Run (Florianópolis) e iniciamos então nossa história. A partir deste dia o “bichinho da corrida” nos mordeu.

O resultado disso tudo foi: perdi mais de 30 quilos em menos de 3 anos. Toda a vez que vou na nutricionista ela elogia pela perda de gordura corporal e pelo ganho de massa magra. Atualmente a alimentação é saudável, livre de glúten e lactose.

Posso dizer que a alimentação saudável e a corrida salvou minha vida.

Atualmente faço atividade física 5 vezes por semana, 3 dias de corrida e dois de atividades funcionais em uma clínica, sempre acompanhado dos profissionais. O objetivo do reforço é melhorar o desempenho na corrida e prevenir futuras lesões.

 

Evolução do Gelsom 

Abaixo pode ser vista a evolução na perda de peso. Foram mais de 30 (trinta) quilos entre final de setembro de 2014 até outubro de 2015. Esta evolução se deu devido a mudança alimentar e a prática da corrida. Somos atendidos por uma nutricionista funcional Amanda Miranda, por nossa assessoria de corrida Floripa Runners e treinamento funcional na Clínica Movato!

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Evolução

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Comparativo entre 2012 e 2016

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2016 e 2011