Receitas do final de semana!!!

leitedecocoLeite de Coco:

Gente, acabei de compartilhar uma deliciosa receitinha de um bolo funcional de coco! O leite de coco que uso pra fazer é feito por mim mesma! É super fácil de fazer! Anota aí: 1 coco inteiro descascado + 750ml de água quente! Bate tudo no liquidificador! Coe e tá prontinho! Todo o coco triturado que sobrar, você pode usar nesta mesma receita de bolo que compartilhei ou para fazer outras receitas funcionais! O leite vegetal de coco você pode usar em outras preparações ou para fazer um delicioso café ou smoothie! Eu adoro misturar ele com a whey protein de cappuccino da @essential_nutrition ! Dica: whey é um suplemento alimentar e você só deve consumi-lo sob a orientação de uma nutricionista!!

Bolinho funcional de coco:

bolococoBolinho funcional de coco saindo do forno! Até porque domingo pede um bolinho saudável pro café da tarde, né? Anota aí a receita: 5 ovos / 1 xícara de farinha de arroz / 1 xícara de açúcar mascavo ou demerara / 200ml de leite de coco / 1 xícara de óleo vegetal (usei de oliva) / 1 colher de chia / 200gr de coco ralado sem açúcar / 1 colher de sopa de fermento pra bolo! Mistura tudo no liquidificador e coloque no forno por 35min pré aquecido a 180 graus! Depois compartilha conosco como ficou!! Dica: sempre busque orientação de um nutricionista quanto ao que é mais adequado para sua alimentação! Esta é apenas a divulgação de uma receitinha que faço e que gosto! 😋😋 #semglúten#semlactose #funcional

 

[Artigo] – O que corrida e o mundo empresarial tem haver?

Desde que comecei a correr, há exatos 3 anos atrás, tem uma pergunta que não sai da minha mente e, especialmente hoje, 14 de outubro de 2017, ela ficou ainda mais latente. Então, pensei: sim, hoje é o dia de responde-la, embora eu já tivesse esta resposta anteriormente. Mas sabe, você deixa para lá e não para pra escrever.

Mas antes, vamos a narrativa: 14 de outubro, 5h da manhã e eu já estou em pé preparando o meu café da manhã e organizando os últimos detalhes para 6:30 da manhã partir para o que seria um dos maiores desafios até então: correr  mais de 60km entre praias, dunas, estradões enlameados, trilhas escorregadias, subidas e descidas, revezando com um parceiro de equipe. Quando digo últimos detalhes é porque os demais já vinham sendo organizados dias antes.

Tudo bem, este é apenas o background de uma história que começou a ser escrita muitos meses antes com intensa preparação física e mental. Treinos e mais treinos pelos trechos por onde passaríamos no dia de hoje. OK, então você deve estar se perguntando: mas para quê tudo isso então? Qual o propósito disso? Parece dolorido, cansativo. Quanto planejamento.

Não, não é nada disso. E prazeroso, é desafiador, libera endorfina, te faz querer mais, te faz querer ir além, te renova, te coloca para cima, te mostra que você é capaz de fazer o que deseja fazer, te motiva. E isso tudo só depende de você, das tuas lutas, da tua disciplina, da tua constância de propósitos.

Certo, mas o que isso tem haver com a dúvida que paira minha mente desde setembro de 2014? Tem tudo haver, pois desde então eu me pergunto porque todos estes sentimentos não existem hoje nos funcionários da maior parte de nossas empresas? Porque temos cada vez mais trabalhadores se afastando por doenças psicossociais, como por exemplo, a depressão, a síndrome do pânico associado ao ter que ir trabalhar todos os dias? Por que nossas organizações não são capazes de liberar endorfina em seus trabalhadores?

Eu respondo: porque a grande maioria das organizações, infelizmente, está cheia de maus lideres, de processos burocráticos que não geram motivação alguma, de metas inalcançáveis que somente geram sentimento de derrota nos trabalhadores. Porque a grande maioria das organizações não é capaz de dar a liberdade da criação, afinal, os projetos em sua maior parte são para agradar um ou outro sócio.  Porque nem os líderes não capazes de gerar propósito.

Mas, voltando a prova de hoje, eu e meu parceiro só tínhamos uma coisa me mente: dar o nosso melhor. E este é um sentimento genuíno, verdadeiro que nos faz querer ir além dos nossos limites.

E as equipes nas empresas, querem dar o seu melhor? Ah, não querem porque não são comprometidas, diriam os líderes, que em sua grande maioria entender comprometimento como trabalhar horas além da jornada de trabalho. Mas espera aí? Para estar comprometido com algo, primeiro é necessário que você acredite neste algo, que este algo gere um sentimento recompensador. A corrida gera. E as nossas empresas estão sendo capazes de gerar isso nos seus colaboradores?  Não, definitivamente não.

Então caros líderes das nossas companhias, esqueçam o cargo que está descrito em seus cartões de visita, busquem aprender com o esporte, assistam á uma prova de corrida, prestem atenção ao clima que um evento destes tem e levem isso para suas empresas.

Mas cuidado: endorfina é contagioso e quanto mais você liberar, mais você vai querer. Então cuidado, afinal um funcionário endorfinado vai ser muito comprometido, gerará grandes resultados, enormes picos de satisfação, de grande autoestima, com muita vontade de fazer a diferença, raramente ficará dente e estará com “sangue nos olhos” para fazer acontecer, assim como, os corredores.  

Franciela Santin é corredora.

Fran na Maratona de Boston!

Dia de corridas!

Hoje foi um dia de corridas para o Gelsom e para a Fran.

Eu fiz a prova do SESI em Florianópolis (Corrida do Bem). 5km para a conta!

A Fran, por outra lado, fez praticamente uma meia maratona, correndo em São Francisco, na Califórnia (EUA). Com direito a Ponte Golden Gate e outros cartões postais da cidade!

Sempre há chance para uma nova história, para uma nova vida!

Há exatos 3 anos atrás decidimos que era hora de mudar nossas vidas. Dois sedentários alimentando-se apenas de comidas prontas industrializadas, fast food, sem consumir uma fruta ou vegetal, tendo o trabalho e o sofá como as coisas mais importantes da vida, precisavam tomar uma decisão.

E foi no dia 08 de setembro de 2014 que esta história começou a ser reescrita. Novos capítulos foram sendo adicionados e hoje, 3 anos depois, podemos dizer que, a crônica de uma morte anunciada, virou a crônica de uma vida saudável e feliz.

Foi em 08 de setembro de 2014, que entramos para um grupo de corrida e que começamos a rever nossos hábitos alimentares. De lá para cá, o Gelsom perdeu 36kg. Mas, não é só isso. Esta é a mudança física. O que realmente impacta é a mudança que um novo estilo de vida provoca em sua mente.

Eu, Franciela, ganhei muito em saúde, em composição corporal e ao longo deste tempo, em performance na corrida. Mas também não é só isso. Coloquei a saúde como ponto central da minha vida, focando minhas energias na atividade física e no entendimento do que é e o bem que causa a alimentação saudável.

Há menos de um ano atrás tomei a decisão de deixar um cargo de liderança, onde obviamente o financeiro era mais atrativo. Mas quer saber, o que importa dinheiro e status se sua saúde não está bem, afinal, o conceito de saúde integral é o que pesa aqui. Não basta o corpo estar bem (e este já vinha sendo cuidado), a mente também precisa estar. E foi todo este processo de mudança do estilo de vida que me fez acordar para isso a ponto de tomar esta decisão.

Então, quando digo que a corrida salvou nossas vidas, não estou sendo demagoga, tenho provas reais disso. E aqui deixo minha sugestão: se você tiver que optar por qualquer coisa neste mundo ou a sua saúde, opte por ela, ela é o seu maior bem. Ninguém mais se preocupará com a sua saúde se não, você mesmo.

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Vídeo: Ansiedade pré Maratona de Florianópolis/2017

Confira os bastidores!

Confira no vídeo!!!

Nossa participação na Meia Maratona de Aniversário de Balneário Camboriú

Neste domingo, dia 16 de julho, participamos da 3º edição da Meia Maratona de Aniversário de Balneário Camboriú. E teve mais um troféu para a Franciela Santin! Recorde pessoal nos 21 km e a quarta colocação no geral!

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Parece que está virando tradição: Franciela em mais um podium!

A prova foi muito bem organizada e teve um alto nível técnico. Diferente da Meia de Balneário, realizada em abril, a corrida não teve a subida do Morro da Rainha como um desafio, mas exigiu muito empenho e dedicação devido a outras duas subidas que fizeram parte do percurso.

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Mapa da Prova

Depois da Maratona essa foi a primeira prova longa que fizemos. E valeu cada km!

 

 

!!!2 anos do blog!!!

Dois anos do blog Prepara&Vai!

Neste mês de junho estamos comemorando dois anos do blog Prepara&Vai! Criamos o blog com o objetivo de compartilhar um pouco da nossa mudança no estilo de vida, nossa rotina de exercícios, alimentação, entre outros.


Neste período atingimos pessoas não apenas no Brasil, mas também em outros países como pode ser visto no mapa!

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Mapa dos acessos ao blog!

[Artigo] – A aventura está lá fora

“A aventura está lá fora”. A frase que alimentou os sonhos de Carl Fredricksen no filme UP – Altas Aventuras realmente é verdadeira. E é em busca de novos locais para treinar que esta semana nos aventuramos na cidade de Torres (RS).

Tudo começou quando estávamos assistindo o programa que é exibido na Globosat, chamado Brasil Visto de Cima. O episódio estava exibindo belas imagens de Torres e algo nos chamou atenção: uma pista de corrida encravada num morro. Pronto, realmente a aventura estava lá fora e era para Torres que iríamos.

O fato de estarmos em férias facilitou nossa rápida decisão e a viagem. Saímos de Florianópolis no dia 22/06 por volta de 7h da manhã e perto das 11h já estávamos em Torres. Ao chegarmos fomos diretamente para a praia central matar um pouco de tempo até a hora do almoço. Ali pudemos observar um belo calçadão com pessoas correndo e ciclistas se utilizando da ciclovia que fica ao lado da calçada. Realmente um bom local para treinar tendo como plano de fundo as ondas do mar.

Da Beira Mar ainda era possível observar dois morros, o do Farol e o do Parque da Guarita, locais que viemos a conhecer mais tarde. Bom, após o almoço nos hospedamos no Guarita Park Hotel. O local foi escolhido porque fica encostado do Parque, local onde vimos a pista de corrida no Programa Brasil visto de Cima.

Por volta de 13h seguimos rumo ao Parque. Para entrar de carro é necessário pagar uma taxa de turismo de R$ 8,00. Valor que vale muito a pena, afinal, o Parque é muito bem cuidado, limpo e cheio de atrações. O Parque Estadual da Guarita foi criado em 1971 por meio do empenho de vários ambientalistas locais buscando proteger este cenário geológico de grande valor ambiental e paisagístico.

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Foto: Internet

O Parque conta com praias, trilhas e uma maravilhosa pista de corrida, nosso motivo principal para termos feito a viagem. Neste dia, em nossa planilha de treino constava Fartlek 7km e foi o que fizemos na pista. Mas antes disso, caminhamos pela praia, subimos umas escadas que dão acesso ao Morro das Furnas, por ali seguimos uma trilha muito bem sinalizada de cerca de 1km, chegando até a pista de corrida onde o treino ocorreu.

Após o treino, seguimos de carro via Beiramar até os Molhes, local onde o Rio Mampituba separa as cidades de Torres (RS) e Passo de Torres (SC). Para completar o passeio, seguimos até a Ponte Pênsil que liga as duas cidades.

No dia seguinte, já em vias de retornar para Florianópolis, passamos em frente a mais antiga igreja de Torres e também pudemos fotografar a primeira casa da cidade. Todos os pontos onde fomos, foram mostrados no Programa Brasil Visto de Cima. Fizemos o nosso Brasil Visto de Baixo, literalmente.

Bom, esta foi nossa viagem para a cidade de Torres (RS). Realmente um local que vale a pena visitar, passear e principalmente correr. E nossa busca por novos locais para treinar continua, afinal, a aventura está realmente lá fora.

por Franciela Santin, corredora.

 

[Artigo] Fiz minha primeira maratona

Como eu corri meus primeiros 42.195 metros e vivi para contar a experiência 

Eu comecei a correr em 10 de setembro de 2014. Na primeira tentativa consegui a duras penas correr aproximadamente 200 metros e travei. Aquilo não era para mim. Ainda bem que a Franciela Santin, minha companheira de vida e de corrida, estava do meu lado. O nosso preparo físico (eu com quase 120 quilos e ela quase mais sedentária que eu) era algo assustador. Nos olhamos e rimos. Era mais uma iniciativa maluca para que eu perdesse peso e dela me acompanhar. Já havíamos tentando outras opções esportivas sem sucesso. Mas nessa oportunidade era diferente.

Começamos o treinamento com acompanhamento profissional. Algo que fez muita diferença. Graças ao acompanhamento técnico do nosso primeiro coach de corrida (Leonardo Marmitt, obrigado pela iniciação na corrida!) conseguimos vencer as primeiras barreiras. Inicialmente foram as primeiras distâncias, o frio, a chuva (era fim de inverno e 2014 foi um período bem úmido e com vento) e aquele sentimento “porque eu resolvi correr? Justo no dia de hoje com esse clima?”.

Em menos de 2 meses fiz minha primeira prova. Na verdade, não foi uma prova, mas sim um misto. Foi uma caminhada de 3 km, em que levei quase uma hora para completar. Imaginem a cena. Eu, com a maior camisa disponível (GG e ainda assim era pequena), caminhando sob o sol e completando o primeiro desafio. E com direito a corridinha no final. A foto não me deixa mentir (e sim, essa foi a melhor foto que consegui encontrar).

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SESI Life Run
Com o tempo e com a adição de novos profissionais auxiliando (a nossa nutricionista Dra. Amanda Miranda, obrigado pela paciência e pelo seu trabalho!) na busca de metas, eu consegui correr distâncias maiores, fiz a minha primeira prova de 3 km, a primeira prova de 5 km, fiz uma viagem internacional para correr a minha prova de 10 km e fiz a minha primeira meia maratona (21 km) em 2016. Mas o mais importante foi a lição de vida que tive com a corrida. Não importa a distância e o tempo que você demora para correr. Se você tiver foco e vontade o resultado acontecerá. Depende apenas de sua persistência.

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Melhoria na alimentação
Mas apesar de tudo (nessa lista vocês podem imaginar um pouco de tudo: trabalho, estresse, mudanças) continuei a preparação para perder peso e adicionei uma meta ambiciosa. Eu iria correr a distância mais clássica das corridas: a Maratona. Escolhi Porto Alegre pela boa experiência da Meia Maratona de 2016 e me dediquei (claro que da minha maneira) para vencer essa distância.

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Corrida Pedra Branca – 2016
A preparação começou com muito foco, com mudança inclusive de treinador (passei a treinar com a Floripa Runners, sob a tutela do mestre Fabiano Braun) e passei a me dedicar além dos treinos de corrida a duas vezes por semana fazer treinos funcionais (Malu, obrigado pela dedicação e pelos treinos que você elaborou!). A carga, não posso negar, foi exaustiva e acentuada.

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Treinamento funcional
A cada final de semana da preparação havia um novo desafio. E em algumas das oportunidades onde o que importava era o volume, o treino consistia em uma meia maratona. Ou seja, o que um dia foi uma meta virou treino. E isso era engraçado. As vezes foi muito difícil manter a regularidade e treinar seguindo a planilha de um modo obsessivo como a Franciela, mas da minha maneira fui encontrando os caminhos para realizar o que havia sido traçado.

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Evolução – na esquerda em 2014 e na direita em 2017
A preparação chegou ao fim, eu fiz o que podia e encarei o desafio. Vou deixar o dia 11 de junho para sempre na minha memória como o dia em que venci a maratona. Pode ser que o tempo não foi o esperado, mas isso não importa. O que importou foi percorrer a distância com o coração e a mente em sintonia. Houveram dores, diminui o ritmo e até mesmo dei uma caminhada. Mas eu não estava lá para bater recordes ou fazer uma prova para subir num pódio e ganhar um troféu. Eu estava lá pelo amor a minha saúde e pelo desafio. E posso dizer, com um orgulho que nunca tive na minha vida, que venci a maratona.

 

Venci não somente a distância, mas venci a minha mente, as incertezas e a incredulidade de algumas pessoas e provei, para mim mesmo, que os desafios, por maiores que se apresentem na nossa frente, existem para serem vencidos.

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Orgulho: medalha no peito!
Na nossa vida não teremos só vitórias. Talvez essa seja a grande graça de viver. É cair para aprender a levantar. E saber que no momento de dificuldade a força para vencer o desafio está dentro de você. E que força para vencer um desafio está justamente de como você está preparado para apanhar, se sentir derrotado, mas não se entregar.

Por Gelsom Sbardelotto – corredor